MEC participa de Encontro de Formação Continuada e elogia atuação do Paraná 08/02/2010 - 18:23
O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, do Ministério da Educação (MEC), André Lázaro, esteve nesta segunda-feira (08), em Curitiba, para participar do Encontro de Formação Continuada de Educação e Diversidade. O evento é promovido pela Secretaria Estadual da Educação, e reunirá, até quinta-feira (11), cerca de 250 participantes, entre técnicos pedagógicos dos 32 Núcleos Regionais de Educação, funcionários do Departamento de Diversidade da Seed e doutores em Educação que farão palestras.
“O Paraná tem uma política muito avançada na área da diversidade, e é com muita satisfação que participo de um encontro tão importante como esse. Espero aprender e poder levar um pouco dessa experiência para outros estados. Sem dúvida se o país seguisse o exemplo do Paraná estaria bem melhor”, ressaltou André. A política de inclusão da Secretaria de Estado da Educação prevê o acesso e a permanência na escola para todos os estudantes. Por isso atua em todos os segmentos, seja no campo, nos quilombos, nas ilhas, nos acampamentos e assentamentos e nas aldeias.
O Paraná foi pioneiro na criação de um núcleo voltado ao estudo das relações étnico-raciais, que atua diretamente na capacitação de professores da rede estadual. No Estado com a maior população negra do Sul do País, as políticas públicas para negros têm avançado especialmente nas comunidades quilombolas e nas escolas em todo o Estado.
“Começamos o ano bem nesse sentido, trabalhando pelo direito a educação e pela inclusão educacional. Hoje é o primeiro dia de aula nas nossas 2136 escolas estaduais. Temos aproximadamente 1,4 milhão alunos e mais de 100 mil profissionais da educação, atuando nos 399 municípios. Temos equipes técnicas por todo os estado preocupados com a educação e com a diversidade”, disse a secretária Yvelise Arco-Verde.
No Estado, o número de alunos que utilizam embarcações para se deslocar das ilhas às escolas aumentou. O primeiro passo foi a implantação dos ensinos fundamental e médio em algumas escolas das ilhas a partir de 2004. Além disso, a Secretaria promoveu a formação continuada de professores e investiu em infraestrutura como transporte escolar, merenda e laboratórios de informática.
Para o chefe do Departamento da Diversidade da Secretaria de Estado da Educação, Wagner Roberto do Amaral, esse encontro serve para consolidar cada vez mais as ações educacionais. “Com o encontro desses grandes profissionais da educação temos a oportunidade de refletir sobre o contexto e o desenvolvimento das políticas públicas voltadas à educação e diversidade, não só aqui no Paraná, mas em outros estados. É a chance de mostrar o que está sendo feito aqui e trazer idéias novas também”, disse.
André relatou que o Brasil hoje está com 97,9% dos alunos de sete a 14 anos na escola, um resultado muito importante segundo ele, tendo em vista a complexidade do país. “ Temos que festejar muito, pois conseguimos colocar as crianças na escola. Agora o desafio é, essas crianças estão aprendendo? E a resposta é, alguns sim outros não. Temos que lutar para que essa criança continuem estudando, porque o Brasil tem um problema histórico, o país tem um grande contingente adulta de baixa escolaridade, temos que acabar com essa lacuna”, finalizou.
O Paraná é o único Estado que oferece aos povos indígenas educação até o ensino médio, além da Fase I da Educação de Jovens e Adultos. Com a preocupação de garantir o direito à escolarização deles, a Secretaria da Educação desenvolve ações que ampliam e aprimoram a Educação Escolar Indígena. As políticas públicas de inclusão permitem não somente o respeito à diversidade, mas também a preservação da cultura do povo indígena.
“Quando começamos o governo tínhamos mais de 500 mil analfabetos no Paraná. Hoje, com o Programa Paraná Alfabetizado na sua sétima edição, já reduzimos muito esse número. São mais de 350 mil pessoas alfabetizadas, em mais de 20 mil turmas em todo o Estado”, disse Yvelise
Para Lázaro, o Paraná inseriu com muita clareza a preocupação com a educação para todos na sua estrutura de funcionamento, e essa é uma meta que o Brasil, oferecer educação para todos e para cada um.
“Ainda temos muita desigualdade entre brancos e negros, entre jovens da zona urbana e zona rural e com relação a gênero temos uma situação paradoxal no Brasil, há mais mulheres em todos os níveis de ensino, 80% do corpo docente brasileiro é feminino e no entanto se tem ainda uma discriminação com as mulheres muito forte”, disse.
“O Paraná tem uma política muito avançada na área da diversidade, e é com muita satisfação que participo de um encontro tão importante como esse. Espero aprender e poder levar um pouco dessa experiência para outros estados. Sem dúvida se o país seguisse o exemplo do Paraná estaria bem melhor”, ressaltou André. A política de inclusão da Secretaria de Estado da Educação prevê o acesso e a permanência na escola para todos os estudantes. Por isso atua em todos os segmentos, seja no campo, nos quilombos, nas ilhas, nos acampamentos e assentamentos e nas aldeias.
O Paraná foi pioneiro na criação de um núcleo voltado ao estudo das relações étnico-raciais, que atua diretamente na capacitação de professores da rede estadual. No Estado com a maior população negra do Sul do País, as políticas públicas para negros têm avançado especialmente nas comunidades quilombolas e nas escolas em todo o Estado.
“Começamos o ano bem nesse sentido, trabalhando pelo direito a educação e pela inclusão educacional. Hoje é o primeiro dia de aula nas nossas 2136 escolas estaduais. Temos aproximadamente 1,4 milhão alunos e mais de 100 mil profissionais da educação, atuando nos 399 municípios. Temos equipes técnicas por todo os estado preocupados com a educação e com a diversidade”, disse a secretária Yvelise Arco-Verde.
No Estado, o número de alunos que utilizam embarcações para se deslocar das ilhas às escolas aumentou. O primeiro passo foi a implantação dos ensinos fundamental e médio em algumas escolas das ilhas a partir de 2004. Além disso, a Secretaria promoveu a formação continuada de professores e investiu em infraestrutura como transporte escolar, merenda e laboratórios de informática.
Para o chefe do Departamento da Diversidade da Secretaria de Estado da Educação, Wagner Roberto do Amaral, esse encontro serve para consolidar cada vez mais as ações educacionais. “Com o encontro desses grandes profissionais da educação temos a oportunidade de refletir sobre o contexto e o desenvolvimento das políticas públicas voltadas à educação e diversidade, não só aqui no Paraná, mas em outros estados. É a chance de mostrar o que está sendo feito aqui e trazer idéias novas também”, disse.
André relatou que o Brasil hoje está com 97,9% dos alunos de sete a 14 anos na escola, um resultado muito importante segundo ele, tendo em vista a complexidade do país. “ Temos que festejar muito, pois conseguimos colocar as crianças na escola. Agora o desafio é, essas crianças estão aprendendo? E a resposta é, alguns sim outros não. Temos que lutar para que essa criança continuem estudando, porque o Brasil tem um problema histórico, o país tem um grande contingente adulta de baixa escolaridade, temos que acabar com essa lacuna”, finalizou.
O Paraná é o único Estado que oferece aos povos indígenas educação até o ensino médio, além da Fase I da Educação de Jovens e Adultos. Com a preocupação de garantir o direito à escolarização deles, a Secretaria da Educação desenvolve ações que ampliam e aprimoram a Educação Escolar Indígena. As políticas públicas de inclusão permitem não somente o respeito à diversidade, mas também a preservação da cultura do povo indígena.
“Quando começamos o governo tínhamos mais de 500 mil analfabetos no Paraná. Hoje, com o Programa Paraná Alfabetizado na sua sétima edição, já reduzimos muito esse número. São mais de 350 mil pessoas alfabetizadas, em mais de 20 mil turmas em todo o Estado”, disse Yvelise
Para Lázaro, o Paraná inseriu com muita clareza a preocupação com a educação para todos na sua estrutura de funcionamento, e essa é uma meta que o Brasil, oferecer educação para todos e para cada um.
“Ainda temos muita desigualdade entre brancos e negros, entre jovens da zona urbana e zona rural e com relação a gênero temos uma situação paradoxal no Brasil, há mais mulheres em todos os níveis de ensino, 80% do corpo docente brasileiro é feminino e no entanto se tem ainda uma discriminação com as mulheres muito forte”, disse.


