Mais de 400 escolas estaduais ofertam ensino médio por blocos em 2010 24/02/2010 - 16:06
A oferta de ensino médio por blocos, no qual são dadas seis disciplinas por semestre, tem a adesão de 413 escolas da rede estadual em 2010. “A intenção é tornar o processo de ensino e aprendizagem mais eficiente e interessante para o aluno e, desta forma, diminuir os índices de repetência e evasão escolar”, afirma Edna Amancio de Souza Ramos, técnica pedagógica da Coordenação de Legislação e Ensino do Departamento de Educação Básica (Deb) da Secretária da Educação do Paraná.
Segundo ela, no ano passado, as 109 escolas da rede que optaram pela organização apresentaram resultados positivos com relação aos índices de aprovação e reprovação, além de boa colocação em concursos vestibulares. “A proposta teve início no ano passado. A organização trabalha com dois bloco s semestrais, cada um com seis disciplinas, organizados de forma independente”.
De acordo com Edna, a ideia é também aumentar o contato dos alunos com cada professor. “O número de aulas concentradas proporciona ao professor, um melhor acompanhamento da frequência e do desempenho de cada estudante”, explica. “Tal acompanhamento trouxe, de fato, bons resultados”.
O Colégio Estadual 14 de dezembro, do município de Alvorada do Sul oferta o ensino por blocos desde o início do ano passado. O diretor Clóvis Romero conta que o ano passado os resultados superaram as expectativas. “No turno da noite, houve 100% de aprovação nas três séries do ensino médio e no diurno, apenas 4 reprovações no geral das turmas”, conta.
Além do êxito dentro da escola, o novo sistema se reflete no resultado dos vestibulares. “Dos 42 alunos da 3° série do Ensino Médio, 34 foram aprovados nos vestibulares da 1° fase da Universidade Estadual de Londrina (UEL), da Universidade Estadual de Maringá (UEM), entre outras”, revela Romero.
A professora de Língua Portuguesa do mesmo colégio, Clarice de Oliveira, afirma que a proposta surgiu como um desafio e um incentivo. “É sempre bom inovar por meio de um novo método ou uma nova dinâmica. A novidade instiga e estimula”. Segundo ela, há uma mudança de postura tanto do professor como do aluno em sala de aula. “Para o professor é um desafio que implica em organização e mais tempo de preparação das aulas.”
De acordo com ela, o sistema por blocos propõe que os alunos estudem um número menor de disciplinas de maneira mais intensiva. “Em um semestre, eles têm contato com o conteúdo integral da disciplina que era dado em um ano e, desta forma, ficam mais atentos e interessados em aprender”.
A aluna Maria Caroline Coura, de 15 anos, da 2ª série, gostou da experiência do ensino por Blocos. “É mais fácil de assimilar o conteúdo e, além disso, temos mais chance de recuperar as notas”.
No Colégio Estadual Guilherme de Almeida, de Santa Izabel do Oeste, as taxas de aprovação e reprovação apresentam diferenças na comparação entre o ano de 2008 e 2009. Em 2008, com o ensino médio tradicional, a taxa de aprovação foi de 74% e a de reprovação de 3%. Em 2009, a taxa de aprovação foi de 90% e reprovação 1%.
O Colégio Estadual Arthur da Costa e Silva, município de Ivaí, NRE de Ponta Grossa, ainda comemora o 1° lugar de duas de suas alunas, Kelly Dayane de Oliveira e Luana Stadler, no vestibular da Universidade Estadual do Centro-oeste (Unicentro), Campus de Irati. A partir de março, a Seed irá ofertar capacitação específica por NRE para todos os estabelecimentos que ofertam o sistema para tratar da organização da prática pedagógica. A ideia é esclarecer dúvidas, discutir e elaborar a Proposta do Ensino Médio por Blocos de Disciplina para enfrentar, da melhor maneira, os índices de evasão e repetência.
Segundo ela, no ano passado, as 109 escolas da rede que optaram pela organização apresentaram resultados positivos com relação aos índices de aprovação e reprovação, além de boa colocação em concursos vestibulares. “A proposta teve início no ano passado. A organização trabalha com dois bloco s semestrais, cada um com seis disciplinas, organizados de forma independente”.
De acordo com Edna, a ideia é também aumentar o contato dos alunos com cada professor. “O número de aulas concentradas proporciona ao professor, um melhor acompanhamento da frequência e do desempenho de cada estudante”, explica. “Tal acompanhamento trouxe, de fato, bons resultados”.
O Colégio Estadual 14 de dezembro, do município de Alvorada do Sul oferta o ensino por blocos desde o início do ano passado. O diretor Clóvis Romero conta que o ano passado os resultados superaram as expectativas. “No turno da noite, houve 100% de aprovação nas três séries do ensino médio e no diurno, apenas 4 reprovações no geral das turmas”, conta.
Além do êxito dentro da escola, o novo sistema se reflete no resultado dos vestibulares. “Dos 42 alunos da 3° série do Ensino Médio, 34 foram aprovados nos vestibulares da 1° fase da Universidade Estadual de Londrina (UEL), da Universidade Estadual de Maringá (UEM), entre outras”, revela Romero.
A professora de Língua Portuguesa do mesmo colégio, Clarice de Oliveira, afirma que a proposta surgiu como um desafio e um incentivo. “É sempre bom inovar por meio de um novo método ou uma nova dinâmica. A novidade instiga e estimula”. Segundo ela, há uma mudança de postura tanto do professor como do aluno em sala de aula. “Para o professor é um desafio que implica em organização e mais tempo de preparação das aulas.”
De acordo com ela, o sistema por blocos propõe que os alunos estudem um número menor de disciplinas de maneira mais intensiva. “Em um semestre, eles têm contato com o conteúdo integral da disciplina que era dado em um ano e, desta forma, ficam mais atentos e interessados em aprender”.
A aluna Maria Caroline Coura, de 15 anos, da 2ª série, gostou da experiência do ensino por Blocos. “É mais fácil de assimilar o conteúdo e, além disso, temos mais chance de recuperar as notas”.
No Colégio Estadual Guilherme de Almeida, de Santa Izabel do Oeste, as taxas de aprovação e reprovação apresentam diferenças na comparação entre o ano de 2008 e 2009. Em 2008, com o ensino médio tradicional, a taxa de aprovação foi de 74% e a de reprovação de 3%. Em 2009, a taxa de aprovação foi de 90% e reprovação 1%.
O Colégio Estadual Arthur da Costa e Silva, município de Ivaí, NRE de Ponta Grossa, ainda comemora o 1° lugar de duas de suas alunas, Kelly Dayane de Oliveira e Luana Stadler, no vestibular da Universidade Estadual do Centro-oeste (Unicentro), Campus de Irati. A partir de março, a Seed irá ofertar capacitação específica por NRE para todos os estabelecimentos que ofertam o sistema para tratar da organização da prática pedagógica. A ideia é esclarecer dúvidas, discutir e elaborar a Proposta do Ensino Médio por Blocos de Disciplina para enfrentar, da melhor maneira, os índices de evasão e repetência.


