Nova edição do Fera Com Ciência acontece em Pato Branco, Telêmaco Borba e União da Vitória 12/04/2010 - 18:27
As edições do Fera Com Ciência foram abertas nesta segunda-feira (12) nos municípios de Pato Branco, Telêmaco Borba e União da Vitória. São quase 4 mil participantes entre alunos e professores da rede pública estadual de ensino que realizam 100 oficinas, além de apresentações artísticas e exposição de trabalhos científicos, entre outras atividades resultantes do conhecimento e da criatividade. Mais de 5 mil visitantes são esperados em cada um dos eventos que vão até sexta-feira (16).
“O Fera Com Ciência pode ser considerado como um genuíno espaço democrático que favorece a interação cultural e científica dos professores e alunos da rede estadual”, enfatizou Fátima Ikiko Yokohama, diretora de Políticas e Programas Educacionais (Dppe) da Secretaria da Educação (Seed).
O Fera Com Ciência é resultado da integração realizada pela Seed em 2008 do Festival de Artes da Rede Estudantil (Fera) e do Educação Com Ciência, eventos que vinham sendo desenvolvidos de maneira pioneira e inovadora no país desde 2004. O principal objetivo é socializar atividades artísticas, culturais, científicas e tecnológicas desenvolvidas nas escolas públicas do Paraná. O evento possibilita o intercâmbio de experiências entre alunos, professores e comunidade escolar.
Cultura e Tecnologia na Preservação Ambiental é o tema deste ano. A escolha dele, segundo o coordenador de Integração das Atividades Curriculares (Ciac), responsável pelo programa, Ademir Pinhelli Mendes, é em função das atividades realizadas ns escolas. “O tema vincula o que é realizado nas disciplinas nas escolas com o currículo, em relação às preocupações como meio ambiente”, explica.
A realização dos eventos também foi descentralizada, sendo de responsabilidade dos Núcleos Regionais de Educação. Em Pato Branco, como nos outros dois municípios, o evento irá mexer com a região. “A socialização entre alunos, professores e a comunidade é a principal proposta que une 74 escolas de 15 municípios da região”, ressalta Alcioneide Rosa de Oliveira, chefe do Núcleo Regional de Educação de Pato Branco. Ela também lembrou que os alunos estão eufóricos com a realização. “Muitos deixarão seus municípios pela primeira vez para realizar esta interação com outras estudantes. É uma experiência única”, destaca a chefe de Núcleo.
Outra novidade é a inclusão de trabalhos do Programa Viva a Escola, que oferece atividades curriculares no contraturno. O programa realiza atividades de complementação curricular ofertadas aos alunos em contraturno e sugeridas pelos próprios professores dentro da sua disciplina. O conteúdo e a carga horária são registrados no histórico escolar do estudante. As atividades devem se adequar à realidade social em que a escola se situa.
As propostas concretizadas pelo Viva a Escola, poderiam ser inscritas no Fera Com Ciência. “A participação do Viva a Escola é resultado da qualidade dos trabalhos realizados na escola. O principal indicativo disto é o banner produzido pelas escolas no qual está o processo educacional realizado, com objetivo e justificativa da atividade”, explica Ademir Mendes.
Somente no ano passado mais de 1,2 mil estabelecimentos de ensino da rede pública estadual realizaram atividades do programa. As atividades são divididas em três eixos: expressivo-corporal, científico–cultural e integração comunidade-escola. O programa recebeu mais de R$ 1,8 milhão, foram repassados R$ 700,00 para cada atividade.
“O Fera Com Ciência pode ser considerado como um genuíno espaço democrático que favorece a interação cultural e científica dos professores e alunos da rede estadual”, enfatizou Fátima Ikiko Yokohama, diretora de Políticas e Programas Educacionais (Dppe) da Secretaria da Educação (Seed).
O Fera Com Ciência é resultado da integração realizada pela Seed em 2008 do Festival de Artes da Rede Estudantil (Fera) e do Educação Com Ciência, eventos que vinham sendo desenvolvidos de maneira pioneira e inovadora no país desde 2004. O principal objetivo é socializar atividades artísticas, culturais, científicas e tecnológicas desenvolvidas nas escolas públicas do Paraná. O evento possibilita o intercâmbio de experiências entre alunos, professores e comunidade escolar.
Cultura e Tecnologia na Preservação Ambiental é o tema deste ano. A escolha dele, segundo o coordenador de Integração das Atividades Curriculares (Ciac), responsável pelo programa, Ademir Pinhelli Mendes, é em função das atividades realizadas ns escolas. “O tema vincula o que é realizado nas disciplinas nas escolas com o currículo, em relação às preocupações como meio ambiente”, explica.
A realização dos eventos também foi descentralizada, sendo de responsabilidade dos Núcleos Regionais de Educação. Em Pato Branco, como nos outros dois municípios, o evento irá mexer com a região. “A socialização entre alunos, professores e a comunidade é a principal proposta que une 74 escolas de 15 municípios da região”, ressalta Alcioneide Rosa de Oliveira, chefe do Núcleo Regional de Educação de Pato Branco. Ela também lembrou que os alunos estão eufóricos com a realização. “Muitos deixarão seus municípios pela primeira vez para realizar esta interação com outras estudantes. É uma experiência única”, destaca a chefe de Núcleo.
Outra novidade é a inclusão de trabalhos do Programa Viva a Escola, que oferece atividades curriculares no contraturno. O programa realiza atividades de complementação curricular ofertadas aos alunos em contraturno e sugeridas pelos próprios professores dentro da sua disciplina. O conteúdo e a carga horária são registrados no histórico escolar do estudante. As atividades devem se adequar à realidade social em que a escola se situa.
As propostas concretizadas pelo Viva a Escola, poderiam ser inscritas no Fera Com Ciência. “A participação do Viva a Escola é resultado da qualidade dos trabalhos realizados na escola. O principal indicativo disto é o banner produzido pelas escolas no qual está o processo educacional realizado, com objetivo e justificativa da atividade”, explica Ademir Mendes.
Somente no ano passado mais de 1,2 mil estabelecimentos de ensino da rede pública estadual realizaram atividades do programa. As atividades são divididas em três eixos: expressivo-corporal, científico–cultural e integração comunidade-escola. O programa recebeu mais de R$ 1,8 milhão, foram repassados R$ 700,00 para cada atividade.


