Oficina vai capacitar técnicos na construção da memória da alfabetização 21/08/2008 - 19:45
O Programa Paraná Alfabetizado realiza de 20 à 22 de agosto a oficina Construção da Memória da Alfabetização de Jovens, Adultos e Idosos no Paraná. O encontro tem a finalidade de capacitar os alfabetizadores, coordenadores locais de alfabetização e Coordenadores de EJA dos municípios escolhidos para superação do analfabetismo e organização dos registros produzidos nos processos da alfabetização. Definindo estratégias e ações para a instalação de Memoriais voltados a preservação e divulgação da memória social das ações de Alfabetização.
Essa oficina terá três fases, dividindo os 32 NRE´s. Nesta etapa participam cerca de 70 profissionais, dos núcleos regionais de educação de Curitiba, Área Metropolitana Sul, Área Metropolitana Norte, Ibaiti, Irati, Jacarezinho, Paranaguá, Pitanga, Ponta Grossa, Telêmaco Borba, União da Vitória, Wenceslau Braz. As próximas etapas serão sediadas em Londrina e Cascavel, durante os meses de setembro e outubro.
Para o coordenador regional de Matinhos, Antônio Carlos Gusmão, essa iniciativa de reunir alfabetizadores de diversos municípios é fantástica pois permite a interação entre os profissionais de ensino. 'Sem dúvida é um ganho a mais para nós que trabalhamos com a alfabetização, a troca de experiências, os relatos de cada um é motivador. E a idéia de se criar um Museu da Alfabetização é grandiosa, pois valorizará ainda mais cada cidadão e cada cidade', afirmou Antônio Carlos, que está feliz pois já tem inclusive um local para a instalação do Museu no litoral.
Com a criação desses Memoriais, as atividades de educandos, fotografias, materiais de ensino e outros artefatos gerados pelas ações pedagógicas e pela relação dos educandos com o conhecimento terão um espaço reservado para assegurar sua preservação e garantir o direito do cidadão à memória coletiva.
Para muitas pessoas que ingressam no Paraná Alfabetizado, o programa se torna um aprendizado a cada dia. É o caso de Américo Quissola, alfabetizador, que está há três anos no projeto. Ele que começou na alfabetização antes ainda da criação do programa, sente-se cada vez mais motivado e feliz em fazer parte dessa equipe. 'O Paraná Alfabetizado entrou na minha vida e me transformou. Sempre fui uma pessoa interessada em ajudar os demais. Antes de entrar no programa trabalhava como voluntário em alguns bairros aqui de Curitiba. Encontros como este são de total importância, pois a troca de experiência é muito grande o que nos possibilita aprender e ensinar', disse.
No Brasil existem dois Museus da Alfabetização, um localizado na cidade de Buriti dos Lopes, no Piauí e outro no Paraná, na cidade de São Jorge do Oeste.
Essa oficina terá três fases, dividindo os 32 NRE´s. Nesta etapa participam cerca de 70 profissionais, dos núcleos regionais de educação de Curitiba, Área Metropolitana Sul, Área Metropolitana Norte, Ibaiti, Irati, Jacarezinho, Paranaguá, Pitanga, Ponta Grossa, Telêmaco Borba, União da Vitória, Wenceslau Braz. As próximas etapas serão sediadas em Londrina e Cascavel, durante os meses de setembro e outubro.
Para o coordenador regional de Matinhos, Antônio Carlos Gusmão, essa iniciativa de reunir alfabetizadores de diversos municípios é fantástica pois permite a interação entre os profissionais de ensino. 'Sem dúvida é um ganho a mais para nós que trabalhamos com a alfabetização, a troca de experiências, os relatos de cada um é motivador. E a idéia de se criar um Museu da Alfabetização é grandiosa, pois valorizará ainda mais cada cidadão e cada cidade', afirmou Antônio Carlos, que está feliz pois já tem inclusive um local para a instalação do Museu no litoral.
Com a criação desses Memoriais, as atividades de educandos, fotografias, materiais de ensino e outros artefatos gerados pelas ações pedagógicas e pela relação dos educandos com o conhecimento terão um espaço reservado para assegurar sua preservação e garantir o direito do cidadão à memória coletiva.
Para muitas pessoas que ingressam no Paraná Alfabetizado, o programa se torna um aprendizado a cada dia. É o caso de Américo Quissola, alfabetizador, que está há três anos no projeto. Ele que começou na alfabetização antes ainda da criação do programa, sente-se cada vez mais motivado e feliz em fazer parte dessa equipe. 'O Paraná Alfabetizado entrou na minha vida e me transformou. Sempre fui uma pessoa interessada em ajudar os demais. Antes de entrar no programa trabalhava como voluntário em alguns bairros aqui de Curitiba. Encontros como este são de total importância, pois a troca de experiência é muito grande o que nos possibilita aprender e ensinar', disse.
No Brasil existem dois Museus da Alfabetização, um localizado na cidade de Buriti dos Lopes, no Piauí e outro no Paraná, na cidade de São Jorge do Oeste.


