Oficinas, apresentações e exposições empolgam alunos no Fera Com Ciência 21/10/2009 - 17:16
Os participantes do Fera Com Ciência 2009 estão empolgados com o início das atividades nas cidades de Cianorte, Capanema e Assis Chateaubriand. São apresentações artísticas, performances, oficinas, exposições, cursos e outras ações que envolvem mais de 4 mil pessoas, entre estudantes, professores e a comunidade. O Fera Com Ciência 2009 vai até esta sexta-feira (23).
Em Assis Chateaubriand, a oficina de conhecimento corporal e criação de grupos da professora de dança e artes Samantha Rodrigues agitou os alunos com brincadeiras cheias de movimento. “A ideia é estimular a criatividade e a sociabilidade a partir da improvisação, tudo isso com um toque de companheirismo”, diz. Amanda Pereira, do Colégio Estadual Barão do Rio Branco, contou que as atividades são divertidas e que nunca tinha feito nada parecido antes.
Segundo Matheus Politini, 12 anos, do Colégio Estadual Padre Anchieta, a oficina foi diferente do que ele imaginava: “Pensei que íamos estudar as partes do corpo, que iria ser algo mais parado. Me surpreendi porque é muito divertido.” Para ele, o Fera Com Ciência é um momento de descoberta. “Entramos em contato com a arte e a ciência e muitos descobrem seu talento, que pode se tornar um objetivo de vida”, afirma.
Na oficina de conhecimento da natureza, os alunos da professora Renata Peres aprendem os conteúdos de Botânica de forma dinâmica. Por meio de adivinhações e histórias em quadrinhos, os temas que a maioria acha sem graça ganham outra perspectiva. “Eu acho o Fera Com Ciência um privilégio. Um momento do aluno se mostrar e ter um ganho de conteúdo singular. É um enriquecimento na vida do aluno”, afirma a professora, que participa do Fera há três edições.
Segundo a professora, o segredo é falar a linguagem dos alunos de forma engraçada e brincando sempre. A aluna Katuly Muniz, 12 anos, do Colégio Estadual Rui Barbosa, da cidade de Brasilândia, contou que já fez amizade e aprendeu sobre uma planta que solta um cheiro esquisito quando chove. “É divertido, a professora ensinou coisas que eu nunca tinha imaginado”.
Nas exposições de Assis Chateaubriand, o destaque ficou para o Colégio Estadual Bragantina, que desenvolveu uma casa alternativa onde a ideia é reutilizar e reciclar materiais. Cada turma ficou responsável por uma parte da casa, recuperando móveis que iriam para o lixo e reutilizando materiais. Também foi construído um catavento, que faz parte de um processo de recolhimento da água da chuva, utilizada para serviços domésticos. “Foi uma aventura. Aprendi que em grupo surgem várias opiniões e temos que selecionar a melhor. No nosso caso escolhemos reutilizar materiais como forma de proteger o mundo”, diz Cleiton Piva, 16 anos.
No Colégio Humberto de Alencar Castelo Branco, da cidade de Jesuítas, a professora Tânia Regina Casado desenvolveu a escrita dos alunos em uma atividade do Viva a Escola. “Eles produziram e ilustraram crônicas e como iriam participar do projeto Fera Com Ciência tiveram a ideia de compor um livro com elas”, explica a professora. “O trabalho saiu do convencional. É uma satisfação profissional e pessoal ver o resultado e a empolgação dos alunos”.
“É um orgulho ver o trabalho reconhecido. A gente se sente importante”, diz a aluna Érica de Souza, 17 anos. Já Camila Aparecida Olivato fala que aprender a escrever melhor facilita a comunicação e ajuda a ingressar em um curso superior.
Em Capanema, foi apresentada uma micro colheitadeira batizada de AL 1515. “A ideia desta experiência surgiu pelo alto custo de uma colheitadeira normal. Esta tem custo mais baixo porque utiliza materiais recicláveis”, explica o aluno Fabio Fontoura Ferrari, do Colégio Estadual José de Anchieta, de Planalto. O objetivo foi viabilizar junto aos pequenos agricultores o reaproveitamento de materiais e também amenizar os impactos ambientais.
Em Cianorte, o trabalho A Natureza a Nossa Disposição foi apresentado por quatro alunas do Colégio Estadual Castro Alves, de Rondon. Karina de Azevedo, 16 anos, do 2º ano, conta que os alunos cultivam uma horta com plantas medicinais. “As aulas das disciplinas de Biologia, Geografia e Arte são ministradas duas vezes por semana nesse ambiente”, diz.
Em Assis Chateaubriand, a oficina de conhecimento corporal e criação de grupos da professora de dança e artes Samantha Rodrigues agitou os alunos com brincadeiras cheias de movimento. “A ideia é estimular a criatividade e a sociabilidade a partir da improvisação, tudo isso com um toque de companheirismo”, diz. Amanda Pereira, do Colégio Estadual Barão do Rio Branco, contou que as atividades são divertidas e que nunca tinha feito nada parecido antes.
Segundo Matheus Politini, 12 anos, do Colégio Estadual Padre Anchieta, a oficina foi diferente do que ele imaginava: “Pensei que íamos estudar as partes do corpo, que iria ser algo mais parado. Me surpreendi porque é muito divertido.” Para ele, o Fera Com Ciência é um momento de descoberta. “Entramos em contato com a arte e a ciência e muitos descobrem seu talento, que pode se tornar um objetivo de vida”, afirma.
Na oficina de conhecimento da natureza, os alunos da professora Renata Peres aprendem os conteúdos de Botânica de forma dinâmica. Por meio de adivinhações e histórias em quadrinhos, os temas que a maioria acha sem graça ganham outra perspectiva. “Eu acho o Fera Com Ciência um privilégio. Um momento do aluno se mostrar e ter um ganho de conteúdo singular. É um enriquecimento na vida do aluno”, afirma a professora, que participa do Fera há três edições.
Segundo a professora, o segredo é falar a linguagem dos alunos de forma engraçada e brincando sempre. A aluna Katuly Muniz, 12 anos, do Colégio Estadual Rui Barbosa, da cidade de Brasilândia, contou que já fez amizade e aprendeu sobre uma planta que solta um cheiro esquisito quando chove. “É divertido, a professora ensinou coisas que eu nunca tinha imaginado”.
Nas exposições de Assis Chateaubriand, o destaque ficou para o Colégio Estadual Bragantina, que desenvolveu uma casa alternativa onde a ideia é reutilizar e reciclar materiais. Cada turma ficou responsável por uma parte da casa, recuperando móveis que iriam para o lixo e reutilizando materiais. Também foi construído um catavento, que faz parte de um processo de recolhimento da água da chuva, utilizada para serviços domésticos. “Foi uma aventura. Aprendi que em grupo surgem várias opiniões e temos que selecionar a melhor. No nosso caso escolhemos reutilizar materiais como forma de proteger o mundo”, diz Cleiton Piva, 16 anos.
No Colégio Humberto de Alencar Castelo Branco, da cidade de Jesuítas, a professora Tânia Regina Casado desenvolveu a escrita dos alunos em uma atividade do Viva a Escola. “Eles produziram e ilustraram crônicas e como iriam participar do projeto Fera Com Ciência tiveram a ideia de compor um livro com elas”, explica a professora. “O trabalho saiu do convencional. É uma satisfação profissional e pessoal ver o resultado e a empolgação dos alunos”.
“É um orgulho ver o trabalho reconhecido. A gente se sente importante”, diz a aluna Érica de Souza, 17 anos. Já Camila Aparecida Olivato fala que aprender a escrever melhor facilita a comunicação e ajuda a ingressar em um curso superior.
Em Capanema, foi apresentada uma micro colheitadeira batizada de AL 1515. “A ideia desta experiência surgiu pelo alto custo de uma colheitadeira normal. Esta tem custo mais baixo porque utiliza materiais recicláveis”, explica o aluno Fabio Fontoura Ferrari, do Colégio Estadual José de Anchieta, de Planalto. O objetivo foi viabilizar junto aos pequenos agricultores o reaproveitamento de materiais e também amenizar os impactos ambientais.
Em Cianorte, o trabalho A Natureza a Nossa Disposição foi apresentado por quatro alunas do Colégio Estadual Castro Alves, de Rondon. Karina de Azevedo, 16 anos, do 2º ano, conta que os alunos cultivam uma horta com plantas medicinais. “As aulas das disciplinas de Biologia, Geografia e Arte são ministradas duas vezes por semana nesse ambiente”, diz.


