Oficinas mobilizam os participantes do Fera com Ciência em Curitiba 17/09/2008 - 18:12
No segundo dia de atividades do Fera Com Ciência em Curitiba, a manhã desta quarta-feira (17) foi ocupada pelas oficinas nos colégios Tiradentes, Professor Brandão e Estadual do Paraná. Cada um dos 2.500 alunos participantes do evento está inscrito em uma oficina, havendo algumas voltadas somente para professores. As temáticas abordadas são da área das ciências e de modalidades artísticas, como artes cênicas, música, dança, literatura.
Na oficina “Orquestra Reciclável” os alunos aprendem a reutilizar materiais para fazer instrumentos musicais. “Nosso objetivo aqui é reciclar, proteger a natureza e, ao mesmo tempo, fomentar a arte musical, desenvolver a cultura e a criatividade”, disse o orientador da oficina, o músico e arte-educador Leonardo Leal. Segundo ele, a construção dos instrumentos é uma troca de idéias entre sugestões que ele lança e propostas dos alunos. O trabalho leva em conta elementos da cultura paranaense, como o fandango, e da cultura japonesa, como o taiko, um instrumento de percussão semelhante a um tambor.
Para os alunos, a oficina é a descoberta de um mundo novo. “Estamos transformando lixo reciclável em coisas interessantes”, disse Roger Platner, 12 anos, aluno do Colégio Estadual Roberto Langer Junior. Kaio Uhdre da Silva, da mesma escola, contou que estavam montando um instrumento que se assemelha a uma bateria com coisas que eles antes jogavam fora.
Na oficina de Mosaico, específica para professores, todos trabalhavam num silêncio concentrado. Segundo a orientadora Tatiana Borges, a idéia é fazer um trabalho de mosaico de arte japonesa com tendências brasileiras, principalmente da arte Naïf, que é uma pintura autodidata e não ligada a nenhuma escola ou tendência, geralmente com temas regionais e cores fortes. O grupo vai expor os trabalhos na sexta-feira (19) pela manhã.
A professora Ilda Spiguel de Araujo, do Colégio Estadual Flavio Ferreira da Luz, no Sitio Cercado, acha que o mosaico é uma terapia. “Você tem que ter habilidade e muita paciência”, disse. Ela ressaltou a importância do Fera com Ciência porque valoriza o trabalho do professor de arte. O projeto foi lançado em 2004 pelo governador Roberto Requião.
A oficina de Robótica estava dividida entre alunos e professores. Na oficina dos professores, orientada pelo professor José Rosni Solek, o objetivo é criar um carrinho de competição usando sucata, elementos de robótica e programação. No último dia da oficina vai haver uma competição entre os carrinhos. Emerson de Oliveira Santos, professor de Física, disse que já pensa em fazer uma feira de robótica para os alunos do Colégio Estadual Paulo Apóstolo. “É interessante porque relaciona física e matemática com aproveitamento de material reciclável”, afirmou.
Na oficina “Orquestra Reciclável” os alunos aprendem a reutilizar materiais para fazer instrumentos musicais. “Nosso objetivo aqui é reciclar, proteger a natureza e, ao mesmo tempo, fomentar a arte musical, desenvolver a cultura e a criatividade”, disse o orientador da oficina, o músico e arte-educador Leonardo Leal. Segundo ele, a construção dos instrumentos é uma troca de idéias entre sugestões que ele lança e propostas dos alunos. O trabalho leva em conta elementos da cultura paranaense, como o fandango, e da cultura japonesa, como o taiko, um instrumento de percussão semelhante a um tambor.
Para os alunos, a oficina é a descoberta de um mundo novo. “Estamos transformando lixo reciclável em coisas interessantes”, disse Roger Platner, 12 anos, aluno do Colégio Estadual Roberto Langer Junior. Kaio Uhdre da Silva, da mesma escola, contou que estavam montando um instrumento que se assemelha a uma bateria com coisas que eles antes jogavam fora.
Na oficina de Mosaico, específica para professores, todos trabalhavam num silêncio concentrado. Segundo a orientadora Tatiana Borges, a idéia é fazer um trabalho de mosaico de arte japonesa com tendências brasileiras, principalmente da arte Naïf, que é uma pintura autodidata e não ligada a nenhuma escola ou tendência, geralmente com temas regionais e cores fortes. O grupo vai expor os trabalhos na sexta-feira (19) pela manhã.
A professora Ilda Spiguel de Araujo, do Colégio Estadual Flavio Ferreira da Luz, no Sitio Cercado, acha que o mosaico é uma terapia. “Você tem que ter habilidade e muita paciência”, disse. Ela ressaltou a importância do Fera com Ciência porque valoriza o trabalho do professor de arte. O projeto foi lançado em 2004 pelo governador Roberto Requião.
A oficina de Robótica estava dividida entre alunos e professores. Na oficina dos professores, orientada pelo professor José Rosni Solek, o objetivo é criar um carrinho de competição usando sucata, elementos de robótica e programação. No último dia da oficina vai haver uma competição entre os carrinhos. Emerson de Oliveira Santos, professor de Física, disse que já pensa em fazer uma feira de robótica para os alunos do Colégio Estadual Paulo Apóstolo. “É interessante porque relaciona física e matemática com aproveitamento de material reciclável”, afirmou.


