Parque Newton Freire Maia Ganhará Museu da Preservação e revitalização paisagística 09/04/2008 - 17:54
O secretário de Educação Maurício Requião anunciou, nesta quarta-feira (9), em solenidade no Parque Newton Freire Maia, em Pinhais, a criação do Museu da Preservação, a revitalização paisagística e a implantação de aulas de circo e teatro para a comunidade carente que vive nas proximidades do parque. Participaram do evento, o diretor do parque Sérgio Antônio Barreto de Faria e representantes da Sanepar, Escola Sul-Americana de Cinema e TV e das Secretarias da Agricultura e do Meio Ambiente.
O Parque Newton Freire Maia é administrado na forma de condomínio e funciona onde era o antigo Parque de Exposições Castello Branco. Cada instituição que o utiliza é responsável por determinados setores. A Secretaria da Agricultura, por meio da Emater, ficou encarregada da manutenção e readequação paisagística. A Secretaria do Meio Ambiente deve desenvolver e dar segmento ao edital que colocará em licitação a construção do Museu da Preservação, que será um museu de história natural.
A pedido da diretora da Escola de Cinema, que também funciona no parque, Ítala Nandi, o secretário da Educação dispôs o Circo da Ciência, para que nele para que sejam ofertadas oficinas de circo e teatro à comunidade carente que vive nas imediações da Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Iraí.
"Eu mesma quero dar aulas para a comunidade nesse espaço. Já tive essa experiência no Rio de Janeiro e sei da importância que tem a arte, na transformação humana", disse Ítala. Ela vai criar um roteiro dos trabalhos a serem desenvolvidos, enquanto a direção do Parque fará uma manutenção no espaço do circo.
Segundo a diretora auxiliar do Parque, Vera Lúcia da Rocha Freitas, algumas instituições privadas já estão colaborando com a implantação do Museu, através da Lei Rouanet. Um exemplo é a Volvo do Brasil e a Cossel. "Outras empresas foram convidadas e estão sendo aguardadas para contribuir", disse Vera.
O Parque Newton Freire Maia recebe, em média, visitas de 6 escolas por dia, tanto da rede pública como privada, que levam seus alunos para conhecer a escola de agroecologia, o planetário astronômico, os pavilhões do exploratório, onde, através de recursos museológicos, complementa-se a educação formal. "Estes espaços funcionam como mais uma opção para complementar os conhecimentos oferecidos pelas escolas do Estado", disse Sérgio Faria. Além disso, o Parque também abriga exposições interativas e outras atrações relacionadas a divulgação científica e popularização da ciência.
As escolas interessadas devem ligar e agendar a visita de seus alunos ao Parque, pelo telefone 3666 6156. A entrada é franca.
O Parque Newton Freire Maia é administrado na forma de condomínio e funciona onde era o antigo Parque de Exposições Castello Branco. Cada instituição que o utiliza é responsável por determinados setores. A Secretaria da Agricultura, por meio da Emater, ficou encarregada da manutenção e readequação paisagística. A Secretaria do Meio Ambiente deve desenvolver e dar segmento ao edital que colocará em licitação a construção do Museu da Preservação, que será um museu de história natural.
A pedido da diretora da Escola de Cinema, que também funciona no parque, Ítala Nandi, o secretário da Educação dispôs o Circo da Ciência, para que nele para que sejam ofertadas oficinas de circo e teatro à comunidade carente que vive nas imediações da Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Iraí.
"Eu mesma quero dar aulas para a comunidade nesse espaço. Já tive essa experiência no Rio de Janeiro e sei da importância que tem a arte, na transformação humana", disse Ítala. Ela vai criar um roteiro dos trabalhos a serem desenvolvidos, enquanto a direção do Parque fará uma manutenção no espaço do circo.
Segundo a diretora auxiliar do Parque, Vera Lúcia da Rocha Freitas, algumas instituições privadas já estão colaborando com a implantação do Museu, através da Lei Rouanet. Um exemplo é a Volvo do Brasil e a Cossel. "Outras empresas foram convidadas e estão sendo aguardadas para contribuir", disse Vera.
O Parque Newton Freire Maia recebe, em média, visitas de 6 escolas por dia, tanto da rede pública como privada, que levam seus alunos para conhecer a escola de agroecologia, o planetário astronômico, os pavilhões do exploratório, onde, através de recursos museológicos, complementa-se a educação formal. "Estes espaços funcionam como mais uma opção para complementar os conhecimentos oferecidos pelas escolas do Estado", disse Sérgio Faria. Além disso, o Parque também abriga exposições interativas e outras atrações relacionadas a divulgação científica e popularização da ciência.
As escolas interessadas devem ligar e agendar a visita de seus alunos ao Parque, pelo telefone 3666 6156. A entrada é franca.


