Parque da Ciência Newton Freire Maia oferece recursos para o professor 13/08/2009 - 10:52
Para enriquecer o conteúdo das disciplinas do currículo escolar, muitos professores aliam o que é explicado em sala de aula com os recursos lúdicos do Parque da Ciência. Localizado em Pinhais. O parque conta com área expositiva de 10 mil m², onde os alunos aprendem de forma interativa conceitos de Astronomia, Biologia, História, Matemática, Filosofia, Química e Física, além de realizarem experimentos científicos com o auxílio dos monitores.
O professor de Biologia e monitor, Marcelo Domingos Leal, destacou que o conteúdo das visitas é adaptado à série escolar dos estudantes ou ao interesse em aprofundar os temas abordados. “O professor pode intervir durante a explicação dos monitores para fazer a complementação com a teoria aplicada em sala de aula”, esclareceu.
“Os temas que são trabalhados em sala de aula têm sua continuidade no parque”, disse Elizabete Silva, professora de Geografia e coordenadora do curso técnico em Meio Ambiente do Colégio Paulo Leminski. Para ela, alunos de todas as séries são beneficiados com a transmissão de informações, através dos inúmeros recursos didáticos disponíveis nos pavilhões.
O PARQUE – O Governo do Estado, após reestruturação, reabriu o parque em 2004, recebendo 9 mil visitantes. Em 2008, atingiu 58 mil visitas, e para este ano estão previstas aproximadamente 70 mil pessoas, entre estudantes e comunidade em geral.
A área de exposição está dividida em quatro pavilhões: Introdução, Cidade, Energia e Água. Ao entrar no pavilhão Introdução, o visitante vai conhecer o surgimento do universo e as teorias da evolução. No pavilhão Cidade, as características urbanas são o foco principal. Em um mapa aéreo de Curitiba, é possível perceber como foi realizado o planejamento urbano, e aliado à matemática, comparar proporção e simetria entre a arquitetura de várias cidades.
No terceiro setor do parque, o Energia, as várias formas de transformar a energia eólica, termoelétrica, solar, nuclear e hidroelétrica são destaques. O aluno aprende que para usar a energia elétrica em uma casa com quatro pessoas, 2.100 litros de água são gastos diariamente. No pavilhão Água, as teorias da evolução humana, a distribuição da água no planeta, a história dos vertebrados, a apresentação de um sítio arqueológico e experimentos de química permitem que o visitante entre em um ambiente exploratório.
O diretor do Parque, Sérgio Antonio Barreto de Faria, ressaltou a importância do espaço para a divulgação e popularização da ciência. “Aqui o visitante tem acesso aos processos tecnológicos e aos experimentos científicos clássicos. A Ciência passa a ter uma visão mais agradável no imaginário dos estudantes”, disse.
DESTAQUES – A Sala Milton Santos, localizada no Pavilhão Cidade, é uma homenagem ao geógrafo baiano, premiado internacionalmente por seus estudos, em especial a urbanização dos países do terceiro mundo.
Do lado externo foi construído o Palco Paraná, uma maquete de 5 mil m² do Estado com a ilustração dos 399 municípios, e permite que o professor explique o relevo, a vegetação, os planaltos, os rios e as fases econômicas e culturais do Paraná.
O Parque também possui o único planetário fixo que trata da astronomia indígena. O ex-professor da Universidade Federal do Paraná, Germano Bruno Afonso, dá nome ao planetário. Suas pesquisas possibilitaram a tradução da astronomia indígena. Constelações como a do homem velho, da borboleta, do veado, entre outras auxiliavam os povos indígenas durante o plantio, a pesca e outros afazeres cotidianos.
VISITAS - Para atender aos diferentes tipos de público e os alunos das escolas públicas e particulares a partir da 5ª série do ensino fundamental, as visitas devem ser previamente agendadas, sendo que todas elas são feitas mediante o acompanhamento de um monitor.
De terça a sábado
das 8h30 às 12h00
das 13h30 às 17h00
das 19h00 às 22h00 (somente quarta e quinta-feira)
Parque da Ciência Newton Freire Maia - Estrada da Graciosa, 4000, em Pinhais
Telefone: (41) 3666 – 6156
O professor de Biologia e monitor, Marcelo Domingos Leal, destacou que o conteúdo das visitas é adaptado à série escolar dos estudantes ou ao interesse em aprofundar os temas abordados. “O professor pode intervir durante a explicação dos monitores para fazer a complementação com a teoria aplicada em sala de aula”, esclareceu.
“Os temas que são trabalhados em sala de aula têm sua continuidade no parque”, disse Elizabete Silva, professora de Geografia e coordenadora do curso técnico em Meio Ambiente do Colégio Paulo Leminski. Para ela, alunos de todas as séries são beneficiados com a transmissão de informações, através dos inúmeros recursos didáticos disponíveis nos pavilhões.
O PARQUE – O Governo do Estado, após reestruturação, reabriu o parque em 2004, recebendo 9 mil visitantes. Em 2008, atingiu 58 mil visitas, e para este ano estão previstas aproximadamente 70 mil pessoas, entre estudantes e comunidade em geral.
A área de exposição está dividida em quatro pavilhões: Introdução, Cidade, Energia e Água. Ao entrar no pavilhão Introdução, o visitante vai conhecer o surgimento do universo e as teorias da evolução. No pavilhão Cidade, as características urbanas são o foco principal. Em um mapa aéreo de Curitiba, é possível perceber como foi realizado o planejamento urbano, e aliado à matemática, comparar proporção e simetria entre a arquitetura de várias cidades.
No terceiro setor do parque, o Energia, as várias formas de transformar a energia eólica, termoelétrica, solar, nuclear e hidroelétrica são destaques. O aluno aprende que para usar a energia elétrica em uma casa com quatro pessoas, 2.100 litros de água são gastos diariamente. No pavilhão Água, as teorias da evolução humana, a distribuição da água no planeta, a história dos vertebrados, a apresentação de um sítio arqueológico e experimentos de química permitem que o visitante entre em um ambiente exploratório.
O diretor do Parque, Sérgio Antonio Barreto de Faria, ressaltou a importância do espaço para a divulgação e popularização da ciência. “Aqui o visitante tem acesso aos processos tecnológicos e aos experimentos científicos clássicos. A Ciência passa a ter uma visão mais agradável no imaginário dos estudantes”, disse.
DESTAQUES – A Sala Milton Santos, localizada no Pavilhão Cidade, é uma homenagem ao geógrafo baiano, premiado internacionalmente por seus estudos, em especial a urbanização dos países do terceiro mundo.
Do lado externo foi construído o Palco Paraná, uma maquete de 5 mil m² do Estado com a ilustração dos 399 municípios, e permite que o professor explique o relevo, a vegetação, os planaltos, os rios e as fases econômicas e culturais do Paraná.
O Parque também possui o único planetário fixo que trata da astronomia indígena. O ex-professor da Universidade Federal do Paraná, Germano Bruno Afonso, dá nome ao planetário. Suas pesquisas possibilitaram a tradução da astronomia indígena. Constelações como a do homem velho, da borboleta, do veado, entre outras auxiliavam os povos indígenas durante o plantio, a pesca e outros afazeres cotidianos.
VISITAS - Para atender aos diferentes tipos de público e os alunos das escolas públicas e particulares a partir da 5ª série do ensino fundamental, as visitas devem ser previamente agendadas, sendo que todas elas são feitas mediante o acompanhamento de um monitor.
De terça a sábado
das 8h30 às 12h00
das 13h30 às 17h00
das 19h00 às 22h00 (somente quarta e quinta-feira)
Parque da Ciência Newton Freire Maia - Estrada da Graciosa, 4000, em Pinhais
Telefone: (41) 3666 – 6156


