Pequenos municípios obtêm sucesso na redução dos índices de analfabetismo 29/04/2008 - 14:55
A Secretaria de Estado da Educação apresentou balanço e estratégias do programa Paraná Alfabetizado para 2008, durante a Escola de Governo desta terça-feira (29), no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. Durante a reunião foram apresentados os 15 municípios do interior do Estado que reduziram suas taxas de analfabetismo para menos de 3%. Um dos exemplos citados é Pinhal de São Bento, que reduziu o índice de 20,44 para 1,09% da população. “Nos unimos por esse trabalho e nosso município deve chegar próximo a zero ainda neste ano”, disse o prefeito Jaime Ernesto Carniel.
A novidade do programa que pretende superar o analfabetismo no Estado nos próximos anos é a “Caravana da Alfabetização”. “A superação do analfabetismo implica no resgate de uma dívida social com nossos adultos e idosos que não tiveram acesso à escolarização na idade própria”, destacou Yvelise Arco-Verde, superintende educacional da Secretaria. Yvelise explicou que a caravana consiste em uma mobilização regional, por meio da comunidade escolar e da sociedade civil organizada.
Segundo Wagner Roberto do Amaral, coordenador do Paraná Alfabetizado, a caravana será realizada em uma cidade que represente a região, na qual estudantes e professores serão convidados a participar de uma caminhada pelas ruas centrais. O ato culminará em uma cerimônia que marque o compromisso regional com a superação do analfabetismo. Durante a solenidade haverá apresentações artísticas e culturais. De acordo com ele, serão feitas oito caravanas no Estado, sendo a primeira no mês de junho, em Maringá.
Os dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2000 apontam no Paraná a existência de aproximadamente 649 mil pessoas, com 15 anos ou mais, não alfabetizadas. De acordo com Wagner, de 2004 a 2007 o Paraná Alfabetizado atendeu a 216 mil pessoas. “Já alcançamos mais de 33% deste universo apontado pelo censo e se atingirmos a meta deste ano chegaremos à marca de 48%”, adiantou. Segundo Wagner, os dados da Pesquisa Nacional por Amostragem (Pnad) de 2006, também do IBGE, apontaram a existência de 508 mil pessoas não alfabetizadas no Paraná, o que reforça a crescente diminuição do analfabetismo no Estado.
Sinval Dias dos Santos, superintendente do IBGE no Paraná, concorda com o coordenador do programa quanto à redução do índice do analfabetismo que está ocorrendo no Estado. “A Secretaria está realizando uma grande mobilização, com toda a população, para erradicar o analfabetismo no Estado e as pesquisas mostram isso. Em setembro divulgaremos a próxima Pnad e esperamos que esse número caia ainda mais”, disse. Segundo ele, o Paraná alcançou outro índice importante para a educação. “O Estado obteve o melhor desempenho na oferta de merenda escolar. A média nacional ficou em 92% enquanto a paranaense ficou em 98%”, comparou.
A Organização das Nações Unidas para a Educação (Unesco) preconiza que pelo menos 96% da população de uma cidade seja alfabetizada para que o município seja considerado livre do analfabetismo. Wagner contou que nos 15 municípios próximos a superação do problema houve uma ação intensificada e permanente durante o ano. “O programa é desenvolvido em todo o Estado, mas em 25% dos municípios a ação é intensificada”, disse.
Segundo ele, os municípios que estão mobilizados permanentemente têm atividades como festas, gincanas e o envolvimento do governo municipal e da sociedade civil organizada para ter seu potencial aumentado. Wagner cita que alguns municípios que criaram uma Bolsa Alfabetização, como Quatiguá e Itaipulândia, que reduziu seus índices de 9,63 para 1,28%.
A novidade do programa que pretende superar o analfabetismo no Estado nos próximos anos é a “Caravana da Alfabetização”. “A superação do analfabetismo implica no resgate de uma dívida social com nossos adultos e idosos que não tiveram acesso à escolarização na idade própria”, destacou Yvelise Arco-Verde, superintende educacional da Secretaria. Yvelise explicou que a caravana consiste em uma mobilização regional, por meio da comunidade escolar e da sociedade civil organizada.
Segundo Wagner Roberto do Amaral, coordenador do Paraná Alfabetizado, a caravana será realizada em uma cidade que represente a região, na qual estudantes e professores serão convidados a participar de uma caminhada pelas ruas centrais. O ato culminará em uma cerimônia que marque o compromisso regional com a superação do analfabetismo. Durante a solenidade haverá apresentações artísticas e culturais. De acordo com ele, serão feitas oito caravanas no Estado, sendo a primeira no mês de junho, em Maringá.
Os dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2000 apontam no Paraná a existência de aproximadamente 649 mil pessoas, com 15 anos ou mais, não alfabetizadas. De acordo com Wagner, de 2004 a 2007 o Paraná Alfabetizado atendeu a 216 mil pessoas. “Já alcançamos mais de 33% deste universo apontado pelo censo e se atingirmos a meta deste ano chegaremos à marca de 48%”, adiantou. Segundo Wagner, os dados da Pesquisa Nacional por Amostragem (Pnad) de 2006, também do IBGE, apontaram a existência de 508 mil pessoas não alfabetizadas no Paraná, o que reforça a crescente diminuição do analfabetismo no Estado.
Sinval Dias dos Santos, superintendente do IBGE no Paraná, concorda com o coordenador do programa quanto à redução do índice do analfabetismo que está ocorrendo no Estado. “A Secretaria está realizando uma grande mobilização, com toda a população, para erradicar o analfabetismo no Estado e as pesquisas mostram isso. Em setembro divulgaremos a próxima Pnad e esperamos que esse número caia ainda mais”, disse. Segundo ele, o Paraná alcançou outro índice importante para a educação. “O Estado obteve o melhor desempenho na oferta de merenda escolar. A média nacional ficou em 92% enquanto a paranaense ficou em 98%”, comparou.
A Organização das Nações Unidas para a Educação (Unesco) preconiza que pelo menos 96% da população de uma cidade seja alfabetizada para que o município seja considerado livre do analfabetismo. Wagner contou que nos 15 municípios próximos a superação do problema houve uma ação intensificada e permanente durante o ano. “O programa é desenvolvido em todo o Estado, mas em 25% dos municípios a ação é intensificada”, disse.
Segundo ele, os municípios que estão mobilizados permanentemente têm atividades como festas, gincanas e o envolvimento do governo municipal e da sociedade civil organizada para ter seu potencial aumentado. Wagner cita que alguns municípios que criaram uma Bolsa Alfabetização, como Quatiguá e Itaipulândia, que reduziu seus índices de 9,63 para 1,28%.


