Pessuti inaugura reforma de R$ 2 milhões no colégio Ayrton Senna em Foz do Iguaçu 08/04/2010 - 15:59
O governador Orlando Pessuti inaugurou nesta quinta-feira (8) as obras de reforma e ampliação do Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva, no Jardim Lancaster, em Foz do Iguaçu. O Governo do Estado investiu R$ 2 milhões no projeto, que vai aumentar a capacidade de atendimento, totalizando 2.160 estudantes nos ensinos fundamental, médio e profissionalizante.
De acordo com Pessuti, esta é a terceira grande escola que o Estado entrega em Foz do Iguaçu, e outras três de mesmo porte estão previstas. “A região já recebeu mais de R$ 30 milhões em obras para melhorar sua estrutura educacional. Queremos que cada paranaense tenha a oportunidade de frequentar uma escola com qualidade, infraestrutura e equipamentos”, disse o governador, ao ressaltar que cinco quadras poliesportivas cobertas foram construídas nas escolas da cidade e outras cinco estão em construção.
Estes investimentos compõem um pacote de recursos estaduais de R$ 44 milhões, que foram investidos em 86 obras na cidade, conforme disse o secretário de Obras Públicas, Júlio César Araújo Filho. “Tivemos a construção da escola profissionalizante no antigo Hotel Cassino, reformas e ampliações de outros colégios, como os agrícolas, e ampliação de hospitais, por exemplo”, lembrou.
Em Foz do Iguaçu, das 29 escolas estaduais, 23 delas receberam algum tipo de melhoria na estrutura física. Estudantes e professores podem utilizar o laboratório de informática para pesquisas e a TV Multimídia para apresentar os trabalhos em sala de aula.
No Colégio Ayrton Senna, os recursos foram destinados para reformar o antigo prédio, com refeitório, biblioteca e espaço multiuso para atividades pedagógicas, e construir um novo bloco de oito salas de aula, passarelas e a cobertura da quadra. “Atendíamos 1,1 mil alunos. Com a reforma (pronta em novembro de 2009), já estamos atendendo 1,8 mil, e temos capacidade para ampliar este atendimento, com projetos de capoeira e o Mais Educação”, afirmou o diretor Wanderson José Maciel.
O Colégio também será aberto para a comunidade durante os fins de semana, com atividades esportivas e de música ministradas por voluntários e acadêmicos. “Não podíamos oferecer essa abertura antes porque não tínhamos estrutura. Este é um dos principais ganhos que tivemos com a reforma e ampliação do Colégio”, disse Wanderson.
Para a superintende de Educação da Secretaria da Educação, Alayde Digiovanni, as melhores condições serão fundamentais para a permanência das crianças na escola, principalmente em uma cidade que, segundo ela, expõe os jovens à criminalidade por ser de fronteira. “Temos que agir pela educação e esta escola pode atender os alunos em contraturno, ajudando neste processo”, avaliou.
QUALIDADE – O estudante Alberto Guilherme Rodriguês, 13 anos, que cursa a sétima série, não esconde seu entusiasmo. Ele usa o tempo livre e as aulas de educação física para jogar futebol e basquete com os colegas na quadra coberta. “Temos também uma sala de jogos que usamos no recreio, com mesa de pingue-pongue e outras opções”, conta.
Os estudantes concordam que um ambiente bem cuidado, limpo e novo ajuda a motivar os alunos a estudar. De acordo com Dionara Heleutério dos Santos, 16 anos, que cursa o segundo ano do ensino médio, a escola estava bem deteriorada antes das reformas e ampliação. “O colégio estava feio, cheio de pichações, com portas e carteiras quebradas”, lembra.
Outra que está comemorando as novas edificações é a dona Erocilda Hoffman, auxiliar de serviços gerais, que trabalha na escola há 20 anos. “Com essas mudanças, há mais espaço para os alunos, que ficam protegidos quando chove. É um orgulho trabalhar aqui”, disse.
De acordo com Pessuti, esta é a terceira grande escola que o Estado entrega em Foz do Iguaçu, e outras três de mesmo porte estão previstas. “A região já recebeu mais de R$ 30 milhões em obras para melhorar sua estrutura educacional. Queremos que cada paranaense tenha a oportunidade de frequentar uma escola com qualidade, infraestrutura e equipamentos”, disse o governador, ao ressaltar que cinco quadras poliesportivas cobertas foram construídas nas escolas da cidade e outras cinco estão em construção.
Estes investimentos compõem um pacote de recursos estaduais de R$ 44 milhões, que foram investidos em 86 obras na cidade, conforme disse o secretário de Obras Públicas, Júlio César Araújo Filho. “Tivemos a construção da escola profissionalizante no antigo Hotel Cassino, reformas e ampliações de outros colégios, como os agrícolas, e ampliação de hospitais, por exemplo”, lembrou.
Em Foz do Iguaçu, das 29 escolas estaduais, 23 delas receberam algum tipo de melhoria na estrutura física. Estudantes e professores podem utilizar o laboratório de informática para pesquisas e a TV Multimídia para apresentar os trabalhos em sala de aula.
No Colégio Ayrton Senna, os recursos foram destinados para reformar o antigo prédio, com refeitório, biblioteca e espaço multiuso para atividades pedagógicas, e construir um novo bloco de oito salas de aula, passarelas e a cobertura da quadra. “Atendíamos 1,1 mil alunos. Com a reforma (pronta em novembro de 2009), já estamos atendendo 1,8 mil, e temos capacidade para ampliar este atendimento, com projetos de capoeira e o Mais Educação”, afirmou o diretor Wanderson José Maciel.
O Colégio também será aberto para a comunidade durante os fins de semana, com atividades esportivas e de música ministradas por voluntários e acadêmicos. “Não podíamos oferecer essa abertura antes porque não tínhamos estrutura. Este é um dos principais ganhos que tivemos com a reforma e ampliação do Colégio”, disse Wanderson.
Para a superintende de Educação da Secretaria da Educação, Alayde Digiovanni, as melhores condições serão fundamentais para a permanência das crianças na escola, principalmente em uma cidade que, segundo ela, expõe os jovens à criminalidade por ser de fronteira. “Temos que agir pela educação e esta escola pode atender os alunos em contraturno, ajudando neste processo”, avaliou.
QUALIDADE – O estudante Alberto Guilherme Rodriguês, 13 anos, que cursa a sétima série, não esconde seu entusiasmo. Ele usa o tempo livre e as aulas de educação física para jogar futebol e basquete com os colegas na quadra coberta. “Temos também uma sala de jogos que usamos no recreio, com mesa de pingue-pongue e outras opções”, conta.
Os estudantes concordam que um ambiente bem cuidado, limpo e novo ajuda a motivar os alunos a estudar. De acordo com Dionara Heleutério dos Santos, 16 anos, que cursa o segundo ano do ensino médio, a escola estava bem deteriorada antes das reformas e ampliação. “O colégio estava feio, cheio de pichações, com portas e carteiras quebradas”, lembra.
Outra que está comemorando as novas edificações é a dona Erocilda Hoffman, auxiliar de serviços gerais, que trabalha na escola há 20 anos. “Com essas mudanças, há mais espaço para os alunos, que ficam protegidos quando chove. É um orgulho trabalhar aqui”, disse.


