Política inclusiva da Secretaria de Educação atendeu 80 mil alunos 29/12/2009 - 16:18
A política de inclusão da Secretaria da Educação (SEED) beneficiou, em 2009, 80 mil alunos com deficiência e adolescentes em conflito com a lei. Por meio do Departamento de Educação Especial e Inclusão Educacional (DEEIN) foram realizadas ações que respeitam e reconhecem o direito destes estudantes.
“A inclusão educacional desse público vem sendo efetivada com o suporte da educação especial, incluindo a implantação da uma rede de apoio que permite não só o ingresso, mas a permanência e o êxito escolar destes alunos”, ressalta Angelina Matiskei, chefe do DEEIN.
O número de matrículas de alunos da educação especial na rede pública estadual cresceu 108,30% desde 2002. Em 2009, foram 37.086 alunos atendidos pelas escolas especiais. Já a rede conveniada, no mesmo período, teve um aumento de 24,59%, atendendo neste ano 41.529 alunos.
Esta rede de apoio é formada por serviços que atendem às necessidades específicas destes alunos. Foram implantadas salas de recursos para alunos com deficiência intelectual e para alunos com transtornos globais do desenvolvimento e sala de recursos para estudantes com altas habilidades ou superdotação para enriquecimento curricular.
Também foram contratados professores tradutores e intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para alunos surdos e professores de apoio à comunicação alternativa para alunos com comprometimento físico, neuromotor e de fala. Ao todo, cerca de 5,5 mil professores foram aprovados nos concursos de 2004 e 2007 para educação especial.
Inclusão assegurada - “A política estadual de educação especial, na perspectiva da inclusão defendida pelo DEEIN, orienta que o aluno da educação especial deve estar, preferencialmente, matriculado na rede regular de ensino”, argumenta Angelina Matiskei.
O estado ainda possui duas escolas públicas de educação especial: o Colégio Estadual para Surdos Alcindo Fanaya Júnior e a Escola Estadual de Educação Especial Lucy Requião de Melo e Silva destinada a alunos com altas especificidades nas áreas de deficiência intelectual e múltiplas deficiências.
O Paraná defende uma inclusão gradativa e não extremada. “O espaço da escola especial é para alunos que apresentam altas especificidades, que necessitam de atividades quase individualizadas. É espaço assegurado pela SEED numa demonstração clara de respeito às diferenças, garantindo aos alunos a escolaridade que respeita suas necessidades”, explica Angelina Matiskei.
Rede conveniada – Até 2009, o Paraná dispõe de 394 escolas de educação especial. 384 são entidades filantrópicas que possuem convênios de cooperação técnica e financeira com a SEED. As restantes integram a rede municipal de ensino e recebem apoio técnico.
O convênio conta com mais de 4,5 mil professores da rede pública estadual e 2,4 mil professores conveniados para atender mais de 41 mil alunos nestas escolas de educação especial.
Ações Socioedutativas - Além disso, o DEEIN é responsável pelo Programa de Educação nas Unidades Socioeducativas (PROEDUSE). Implantado em 2005 no Paraná, em parceria com a Secretaria da Criança e da Juventude (SECJ), o programa garante escolarização básica a adolescentes que cumprem medida socioeducativa de privação de liberdade. Atualmente, 237 professores e 21 pedagogos atuam com mais de 800 estudantes em 18 centros de socioeducação em todo o estado.
Entre outras ações socioeducativos realizadas pelo departamento em conjunto com outras entidades estão o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), e a coordenação de condicionalidade da educação do Programa Bolsa Família e do Benefício da Prestação Continuada na Escola, ambos do governo federal.
“A inclusão educacional desse público vem sendo efetivada com o suporte da educação especial, incluindo a implantação da uma rede de apoio que permite não só o ingresso, mas a permanência e o êxito escolar destes alunos”, ressalta Angelina Matiskei, chefe do DEEIN.
O número de matrículas de alunos da educação especial na rede pública estadual cresceu 108,30% desde 2002. Em 2009, foram 37.086 alunos atendidos pelas escolas especiais. Já a rede conveniada, no mesmo período, teve um aumento de 24,59%, atendendo neste ano 41.529 alunos.
Esta rede de apoio é formada por serviços que atendem às necessidades específicas destes alunos. Foram implantadas salas de recursos para alunos com deficiência intelectual e para alunos com transtornos globais do desenvolvimento e sala de recursos para estudantes com altas habilidades ou superdotação para enriquecimento curricular.
Também foram contratados professores tradutores e intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para alunos surdos e professores de apoio à comunicação alternativa para alunos com comprometimento físico, neuromotor e de fala. Ao todo, cerca de 5,5 mil professores foram aprovados nos concursos de 2004 e 2007 para educação especial.
Inclusão assegurada - “A política estadual de educação especial, na perspectiva da inclusão defendida pelo DEEIN, orienta que o aluno da educação especial deve estar, preferencialmente, matriculado na rede regular de ensino”, argumenta Angelina Matiskei.
O estado ainda possui duas escolas públicas de educação especial: o Colégio Estadual para Surdos Alcindo Fanaya Júnior e a Escola Estadual de Educação Especial Lucy Requião de Melo e Silva destinada a alunos com altas especificidades nas áreas de deficiência intelectual e múltiplas deficiências.
O Paraná defende uma inclusão gradativa e não extremada. “O espaço da escola especial é para alunos que apresentam altas especificidades, que necessitam de atividades quase individualizadas. É espaço assegurado pela SEED numa demonstração clara de respeito às diferenças, garantindo aos alunos a escolaridade que respeita suas necessidades”, explica Angelina Matiskei.
Rede conveniada – Até 2009, o Paraná dispõe de 394 escolas de educação especial. 384 são entidades filantrópicas que possuem convênios de cooperação técnica e financeira com a SEED. As restantes integram a rede municipal de ensino e recebem apoio técnico.
O convênio conta com mais de 4,5 mil professores da rede pública estadual e 2,4 mil professores conveniados para atender mais de 41 mil alunos nestas escolas de educação especial.
Ações Socioedutativas - Além disso, o DEEIN é responsável pelo Programa de Educação nas Unidades Socioeducativas (PROEDUSE). Implantado em 2005 no Paraná, em parceria com a Secretaria da Criança e da Juventude (SECJ), o programa garante escolarização básica a adolescentes que cumprem medida socioeducativa de privação de liberdade. Atualmente, 237 professores e 21 pedagogos atuam com mais de 800 estudantes em 18 centros de socioeducação em todo o estado.
Entre outras ações socioeducativos realizadas pelo departamento em conjunto com outras entidades estão o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), e a coordenação de condicionalidade da educação do Programa Bolsa Família e do Benefício da Prestação Continuada na Escola, ambos do governo federal.


