Professores Indígenas Apresentam Trabalhos de Conclusão de Curso 25/03/2010 - 14:00
Os 29 alunos do Curso de Formação de Docentes, modalidade Aproveitamento de Estudos, reuniram-se em Curitiba esta semana para a apresentação dos seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) a uma banca composta por equipes pedagógicas do DET/DEDI, coordenadoras do curso do Colégio Estadual Visconde de Guarapuava e professor Pedro de Assis (responsável pela Língua Kaingang no curso). Eles fazem parte da turma que concluirá seus estudos este ano.
Tratam-se de pesquisas realizadas pelos professores sobre temas de seu interesse ou de suas comunidades, como: ervas medicinais, dificuldades com a escrita do português, a importância da produção de material de alfabetização na língua Kaingang, porque estudar geografia nas escolas indígenas entre outros.
Secretaria de Estado da Educação, através dos Departamentos de Educação e Trabalho e de Departamento da Diversidade, assumiu desde 2006 a responsabilidade da habilitação dos professores Indígenas Kaingang e Guarani que atuam em classes indígenas no Estado do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal Bilíngüe Kaingang/Guarani, que atende as duas etnias indígenas, na modalidade Normal Integrada tem duração de 4 anos e com Aproveitamento de Estudos com duração de 2 anos. O Curso é realizado em Faxinal do Céu em regime de alternância.
Estes trabalhos são o resultado de pesquisas realizadas durante o período de formação subsidiados pelas disciplinas e com orientação específica dos professores. Os alunos investigaram a realidade das turmas das escolas indígenas e detectaram situações que dificultam o processo ensino aprendizagem, definiram a situação problema e elaboraram projetos visando a sua solução.
O resultado da divulgação dos conhecimentos aos colegas e o auxílio dos professores enriquece o planejamento e o atuação nas salas de aula das aldeias”, disse a coordenadora da Educação Escolar Indígena, Cristina Cremonese.
Os estudantes buscaram, além do respaldo teórico, a colaboração da comunidade indígena, principalmente dos membros mais velhos cuja sabedoria é muito respeitada. Nesta comunidade também aplicaram seus projetos e puderam já perceber muitas melhorias, entre elas a valorização da cultura do povo indígena e a melhoria das práticas pedagógicas.
Tratam-se de pesquisas realizadas pelos professores sobre temas de seu interesse ou de suas comunidades, como: ervas medicinais, dificuldades com a escrita do português, a importância da produção de material de alfabetização na língua Kaingang, porque estudar geografia nas escolas indígenas entre outros.
Secretaria de Estado da Educação, através dos Departamentos de Educação e Trabalho e de Departamento da Diversidade, assumiu desde 2006 a responsabilidade da habilitação dos professores Indígenas Kaingang e Guarani que atuam em classes indígenas no Estado do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal Bilíngüe Kaingang/Guarani, que atende as duas etnias indígenas, na modalidade Normal Integrada tem duração de 4 anos e com Aproveitamento de Estudos com duração de 2 anos. O Curso é realizado em Faxinal do Céu em regime de alternância.
Estes trabalhos são o resultado de pesquisas realizadas durante o período de formação subsidiados pelas disciplinas e com orientação específica dos professores. Os alunos investigaram a realidade das turmas das escolas indígenas e detectaram situações que dificultam o processo ensino aprendizagem, definiram a situação problema e elaboraram projetos visando a sua solução.
O resultado da divulgação dos conhecimentos aos colegas e o auxílio dos professores enriquece o planejamento e o atuação nas salas de aula das aldeias”, disse a coordenadora da Educação Escolar Indígena, Cristina Cremonese.
Os estudantes buscaram, além do respaldo teórico, a colaboração da comunidade indígena, principalmente dos membros mais velhos cuja sabedoria é muito respeitada. Nesta comunidade também aplicaram seus projetos e puderam já perceber muitas melhorias, entre elas a valorização da cultura do povo indígena e a melhoria das práticas pedagógicas.


