Professores participam do 2º Encontro de Museus e Centros de Ciências em Interação com a Escola 27/10/2009 - 14:56
A interdisciplinaridade é tema do 2.º Encontro Museus e Centros de Ciências em Interação com a Escola, que começou nesta segunda-feira (26), no Parque Newton Freire Maia, em Pinhais. Até quarta-feira (28), serão discutidas as relações entre os espaços de educação não-formal, como o parque, e o ambiente escolar. Cerca de 50 professores de Curitiba de várias disciplinas participam do evento.
Para Marcos Cordiolli, professor de Pedagogia da UniBrasil, o conhecimento, se mostra de forma mais ampla que as disciplinas. “Assim a interdisciplinaridade pode ser uma solução de ações pedagógica que articulam várias disciplinas para construir conhecimento para os alunos”. Cordiolli ainda destaca que o professor deve sempre estar atualizado na área do conhecimento com a qual trabalha, mas também deve dominar minimamente os conhecimentos das demais áreas.
Lúcia de Fátima Mattossi de Arruda, professora de Geografia do Colégio Estadual Professora Dirce Celestino do Amaral, relata que é muito importante existir um diálogo entre as disciplinas. “É necessário ligar os saberes para torná-los mais significativos para os alunos, para que eles vejam o mundo como um todo e não como partes separadas”.
A professora de Biologia Edna Fantinelli de Carvalho, do Colégio Estadual Professor Algacyr Munhoz Maeder, comentou que as discussões levam os professores a refletir e trocar experiências.
INTERDISCIPLINARIDADE – Em 2004, a Secretaria da Educação começou o processo de discussão com os professores da rede pública nos encontros de formação continuada, a respeito da interdisciplinaridade, um dos conceitos presentes nas Diretrizes Curriculares Educação Básica do Paraná.
Segundo Maria Eneida Fantin, coordenadora pedagógica do Departamento de Educação Básica (DEB), as disciplinas têm que ser condição para que se estabeleça a relação interdisciplinar. “Cada disciplina consegue olhar para um fenômeno de uma perspectiva muito própria, quando várias disciplinas olham para o mesmo fenômeno cada qual com sua ferramenta teórica, tem-se a interdisciplinaridade”, explica a coordenadora.
Ela ainda ressalta que não elimina as disciplinas, ao contrário, parte delas para que possa acontecer. Assim, o aluno deixa de ter uma visão fragmentada da realidade. “Um fenômeno climático pode ser estudado pelas disciplinas de Geografia e de Ciências. Se os professores destas áreas conseguirem fazer o aluno perceber as relações com o tema, o estudante tem uma visão mais completa”, exemplifica.
PARQUE – O Governo do Estado reabriu o Parque Newton Freire Maia, em 2004. No ano passado, a unidade recebeu 58 mil visitas, entre estudantes e comunidade. O objetivo, além de divulgar a produção da Ciência, é despertar nos visitantes o interesse por esta atividade.
O coordenador de projetos do PNFM, Anísio Lasievicz, lembra que o parque é um desenvolve um importante trabalho de apoio para o ensino. “Às vezes o professor acredita que a vinda ao parque é um passeio, mas é preciso tirar este estigma, o professor deve realizar ações antes, preparando os alunos, e depois, discutindo com eles o que foi visto no parque”, explica.
Para ele, o museu de ciências do parque tem se caracterizado como agente de complementação às aulas e também como agente motivador para os alunos. “O parque propõe uma abordagem diferente, tira-se um pouco da idéia de sala de aula, há experimentos, recurso lúdicos que dão uma visão diferente, contribuindo para a sala de aula”.
Para Marcos Cordiolli, professor de Pedagogia da UniBrasil, o conhecimento, se mostra de forma mais ampla que as disciplinas. “Assim a interdisciplinaridade pode ser uma solução de ações pedagógica que articulam várias disciplinas para construir conhecimento para os alunos”. Cordiolli ainda destaca que o professor deve sempre estar atualizado na área do conhecimento com a qual trabalha, mas também deve dominar minimamente os conhecimentos das demais áreas.
Lúcia de Fátima Mattossi de Arruda, professora de Geografia do Colégio Estadual Professora Dirce Celestino do Amaral, relata que é muito importante existir um diálogo entre as disciplinas. “É necessário ligar os saberes para torná-los mais significativos para os alunos, para que eles vejam o mundo como um todo e não como partes separadas”.
A professora de Biologia Edna Fantinelli de Carvalho, do Colégio Estadual Professor Algacyr Munhoz Maeder, comentou que as discussões levam os professores a refletir e trocar experiências.
INTERDISCIPLINARIDADE – Em 2004, a Secretaria da Educação começou o processo de discussão com os professores da rede pública nos encontros de formação continuada, a respeito da interdisciplinaridade, um dos conceitos presentes nas Diretrizes Curriculares Educação Básica do Paraná.
Segundo Maria Eneida Fantin, coordenadora pedagógica do Departamento de Educação Básica (DEB), as disciplinas têm que ser condição para que se estabeleça a relação interdisciplinar. “Cada disciplina consegue olhar para um fenômeno de uma perspectiva muito própria, quando várias disciplinas olham para o mesmo fenômeno cada qual com sua ferramenta teórica, tem-se a interdisciplinaridade”, explica a coordenadora.
Ela ainda ressalta que não elimina as disciplinas, ao contrário, parte delas para que possa acontecer. Assim, o aluno deixa de ter uma visão fragmentada da realidade. “Um fenômeno climático pode ser estudado pelas disciplinas de Geografia e de Ciências. Se os professores destas áreas conseguirem fazer o aluno perceber as relações com o tema, o estudante tem uma visão mais completa”, exemplifica.
PARQUE – O Governo do Estado reabriu o Parque Newton Freire Maia, em 2004. No ano passado, a unidade recebeu 58 mil visitas, entre estudantes e comunidade. O objetivo, além de divulgar a produção da Ciência, é despertar nos visitantes o interesse por esta atividade.
O coordenador de projetos do PNFM, Anísio Lasievicz, lembra que o parque é um desenvolve um importante trabalho de apoio para o ensino. “Às vezes o professor acredita que a vinda ao parque é um passeio, mas é preciso tirar este estigma, o professor deve realizar ações antes, preparando os alunos, e depois, discutindo com eles o que foi visto no parque”, explica.
Para ele, o museu de ciências do parque tem se caracterizado como agente de complementação às aulas e também como agente motivador para os alunos. “O parque propõe uma abordagem diferente, tira-se um pouco da idéia de sala de aula, há experimentos, recurso lúdicos que dão uma visão diferente, contribuindo para a sala de aula”.


