Programa Escola Aberta forma Comitê Metropolitano no Paraná 20/06/2008 - 19:42
Professores, diretores e supervisores dos Núcleos Regionais de Educação de Curitiba, da Área Norte e da Área Sul da Secretaria da Educação (Seed) se reuniram nesta sexta-feira (20), para constituir o Comitê Metropolitano do Paraná do Programa Escola Aberta, que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida da comunidade do entorno das escolas a partir de atividades que visam à formação ética através de atividades de educação, esporte, lazer, cultura e cidadania.
O consultor-interlocutor do Ministério da Educação (MEC) para o Paraná e Santa Catarina, Renato Lobo, esteve em Curitiba para participar da criação do Comitê Metropolitano do Paraná. O Comitê é formado por representantes de todas as escolas, um diretor de cada núcleo participante, dois coordenadores temáticos, a interlocutora Elaine Colletti, que representa a Seed, e pela coordenadora do Projeto Conexões da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Miriam Angelucci.
O Comitê Metropolitano é um órgão deliberativo e consultivo. Renato Lobo explicou que é "um órgão que faz convergir todas as necessidades das escolas. Ele tem um elemento que as une e cria um caráter institucional de que há alguém que se preocupa com os destinos do programa localmente." Segundo ele, o Escola Aberta têm revertido o problema da violência, com um grande impacto social. "A comunidade é dona de um espaço, que eles não percebiam antes. Quando eles passam a se ver como donos desse espaço, começam a cuidar dele", disse.
O programa tem como parceiro o Projeto Conexões de Saberes da UFPR, que levou seus acadêmicos para as oficinas nas escolas. Para Miriam Angelucci, os universitários são protagonistas na sua própria comunidade e estão ajudando outros jovens a ter novas perspectivas nessa parceria com o Programa Escola Aberta.
Flávio da Silva Pereira, que é professor comunitário e oficineiro do Escola Aberta, na cidade de Itaperuçu, diz que os resultados na sua comunidade puderam ser percebidos logo no ínicio do projeto. "Os alunos se tornaram mais amigos dos professores, diminuiu a depredação e a evasão escolar", afirmou.
O Programa Escola Aberta foi implantado pelo MEC, com cooperação técnica da Unesco, em 2004. As atividades são desenvolvidas na própria escola durante os finais de semana, com a contribuição de voluntários da escola e da comunidade.
Os resultados do programa chamam a atenção mundial e, em setembro deste ano, representantes de 15 países se reunirão, em Brasília, para estudar a implantação de programas semelhantes em suas escolas. No próximo mês, por exemplo, será implantado o "Escuelas Abiertas", na Guatemala.
O consultor-interlocutor do Ministério da Educação (MEC) para o Paraná e Santa Catarina, Renato Lobo, esteve em Curitiba para participar da criação do Comitê Metropolitano do Paraná. O Comitê é formado por representantes de todas as escolas, um diretor de cada núcleo participante, dois coordenadores temáticos, a interlocutora Elaine Colletti, que representa a Seed, e pela coordenadora do Projeto Conexões da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Miriam Angelucci.
O Comitê Metropolitano é um órgão deliberativo e consultivo. Renato Lobo explicou que é "um órgão que faz convergir todas as necessidades das escolas. Ele tem um elemento que as une e cria um caráter institucional de que há alguém que se preocupa com os destinos do programa localmente." Segundo ele, o Escola Aberta têm revertido o problema da violência, com um grande impacto social. "A comunidade é dona de um espaço, que eles não percebiam antes. Quando eles passam a se ver como donos desse espaço, começam a cuidar dele", disse.
O programa tem como parceiro o Projeto Conexões de Saberes da UFPR, que levou seus acadêmicos para as oficinas nas escolas. Para Miriam Angelucci, os universitários são protagonistas na sua própria comunidade e estão ajudando outros jovens a ter novas perspectivas nessa parceria com o Programa Escola Aberta.
Flávio da Silva Pereira, que é professor comunitário e oficineiro do Escola Aberta, na cidade de Itaperuçu, diz que os resultados na sua comunidade puderam ser percebidos logo no ínicio do projeto. "Os alunos se tornaram mais amigos dos professores, diminuiu a depredação e a evasão escolar", afirmou.
O Programa Escola Aberta foi implantado pelo MEC, com cooperação técnica da Unesco, em 2004. As atividades são desenvolvidas na própria escola durante os finais de semana, com a contribuição de voluntários da escola e da comunidade.
Os resultados do programa chamam a atenção mundial e, em setembro deste ano, representantes de 15 países se reunirão, em Brasília, para estudar a implantação de programas semelhantes em suas escolas. No próximo mês, por exemplo, será implantado o "Escuelas Abiertas", na Guatemala.


