Programa de Irrigação dá resultado em colégio agrícola 01/05/2012 - 08:00
O Centro Estadual de Educação Profissional Agrícola Mohamad Ali Hamzé, em Cambará, região norte do Paraná, aumentou sua produção agrícola graças ao Projeto Irrigação Noturna (PIN). Agora é possível a produção de determinadas culturas fora de época, minimizar o efeito de estiagem prolongada. Mais alimentos para as refeições e mais ensino aos alunos para o trabalho com irrigação nos diferentes sistemas.
Além da produtividade, a implantação de sistemas de irrigação amplia o planejamento das aulas práticas, estágios, dias de campo com a comunidade e vivência. “Isso contribui para uma maior aprendizagem dos alunos na área da agricultura. Os colégios agrícolas se tornam polos de difusão dos sistemas de irrigação para apoio aos produtores da região”, relatou Marilda Aparecida Diório Menegazzo, diretora do Departamento de Educação e Trabalho da Secretaria de Estado da Educação (SEED).
O centro proporciona aos alunos conteúdos necessários para exercer sua cidadania, preparação para o mercado de trabalho e para o ensino superior, promovendo a interdisciplinaridade e a articulação entre teoria e prática. “Quando formos trabalhar, já saberemos como é o funcionamento do sistema”, falou Adrieli Santana Rodrigues, 16 anos, aluna do curso técnico de agropecuária.
“Por ser um colégio agrícola, o foco é formar técnicos em agropecuária para atuar nas atividades voltadas para a produção vegetal, animal e agroindustrial, e em meio ambiente, para que possam adequar a forma de produção à legislação ambiental vigente”, afirmou Ângelo Roberto Dalossi, diretor auxiliar da fazenda-escola.
A aprendizagem dos diferentes também ajuda na produtividade dos pequenos agricultores. “A maioria são filhos de agricultores. Assim, eles podem repassar para a família novas técnicas”, comentou Luciano Hipólito, professor e coordenador do projeto na escola. “Podemos morar em uma área agrícola e não conhecer um sistema de irrigação. Existem diferentes tipos de irrigação para diferentes tipos de cultura”, esclareceu Matheus Moyses Marques, 16 anos, aluno do curso técnico de agropecuária.
O projeto ainda contribui para a economia na produção. “A irrigação sendo feita no período noturno, utiliza o excedente de energia disponibilizada, principalmente entre 21h e 6h, horário de menor consumo de energia pela população”, disse Hipólito.
Dentre os cultivos feitos no centro educacional estão cana-de-açúcar, café, hortaliças, culturas anuais (soja, milho, trigo, feijão), pastagens, pomar diversificado, laranja, banana, uva, maracujá. Há ainda criações de bovinos (de corte e de leite), equinos, suínos e caprinos, além de avicultura (de corte e postura), apicultura (abelhas), minhocultura, cunicultura (coelhos) e coturnicultura (codorna).
O Projeto surgiu de uma parceria entre a SEED, Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (SEAB), o Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e a Copel. Para sua implantação, houve o apoio do Instituto Agrônomo do Paraná (Iapar). Foi disponibilizada, ainda, uma estação meteorológica utilizada para assessorar na condução do sistema.
Outros colégios agrícolas contemplados pelo programa são CAE Manoel Ribas, em Apucarana; CEEP Olegário Macedo, em Castro; CEEP Sudoeste do Paraná, em Francisco Beltrão; CAE Presidente Getúlio Vargas, em Palmeira; CEEPA Mohamad Ali Hamzé, em Cambará; CAE Fernando Costa, em Santa Mariana; CEEP Manoel Moreira Pena, em Foz do Iguaçu; CEEP Assis Brasil, em Clevelândia; CAE do Noroeste, em Diamante do Norte; CEEP Arlindo Ribeiro, em Guarapuava; CAE Adroaldo Colombo, em Palotina; CEEPA de Toledo; e CEEPA da Lapa.
Além da produtividade, a implantação de sistemas de irrigação amplia o planejamento das aulas práticas, estágios, dias de campo com a comunidade e vivência. “Isso contribui para uma maior aprendizagem dos alunos na área da agricultura. Os colégios agrícolas se tornam polos de difusão dos sistemas de irrigação para apoio aos produtores da região”, relatou Marilda Aparecida Diório Menegazzo, diretora do Departamento de Educação e Trabalho da Secretaria de Estado da Educação (SEED).
O centro proporciona aos alunos conteúdos necessários para exercer sua cidadania, preparação para o mercado de trabalho e para o ensino superior, promovendo a interdisciplinaridade e a articulação entre teoria e prática. “Quando formos trabalhar, já saberemos como é o funcionamento do sistema”, falou Adrieli Santana Rodrigues, 16 anos, aluna do curso técnico de agropecuária.
“Por ser um colégio agrícola, o foco é formar técnicos em agropecuária para atuar nas atividades voltadas para a produção vegetal, animal e agroindustrial, e em meio ambiente, para que possam adequar a forma de produção à legislação ambiental vigente”, afirmou Ângelo Roberto Dalossi, diretor auxiliar da fazenda-escola.
A aprendizagem dos diferentes também ajuda na produtividade dos pequenos agricultores. “A maioria são filhos de agricultores. Assim, eles podem repassar para a família novas técnicas”, comentou Luciano Hipólito, professor e coordenador do projeto na escola. “Podemos morar em uma área agrícola e não conhecer um sistema de irrigação. Existem diferentes tipos de irrigação para diferentes tipos de cultura”, esclareceu Matheus Moyses Marques, 16 anos, aluno do curso técnico de agropecuária.
O projeto ainda contribui para a economia na produção. “A irrigação sendo feita no período noturno, utiliza o excedente de energia disponibilizada, principalmente entre 21h e 6h, horário de menor consumo de energia pela população”, disse Hipólito.
Dentre os cultivos feitos no centro educacional estão cana-de-açúcar, café, hortaliças, culturas anuais (soja, milho, trigo, feijão), pastagens, pomar diversificado, laranja, banana, uva, maracujá. Há ainda criações de bovinos (de corte e de leite), equinos, suínos e caprinos, além de avicultura (de corte e postura), apicultura (abelhas), minhocultura, cunicultura (coelhos) e coturnicultura (codorna).
O Projeto surgiu de uma parceria entre a SEED, Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (SEAB), o Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e a Copel. Para sua implantação, houve o apoio do Instituto Agrônomo do Paraná (Iapar). Foi disponibilizada, ainda, uma estação meteorológica utilizada para assessorar na condução do sistema.
Outros colégios agrícolas contemplados pelo programa são CAE Manoel Ribas, em Apucarana; CEEP Olegário Macedo, em Castro; CEEP Sudoeste do Paraná, em Francisco Beltrão; CAE Presidente Getúlio Vargas, em Palmeira; CEEPA Mohamad Ali Hamzé, em Cambará; CAE Fernando Costa, em Santa Mariana; CEEP Manoel Moreira Pena, em Foz do Iguaçu; CEEP Assis Brasil, em Clevelândia; CAE do Noroeste, em Diamante do Norte; CEEP Arlindo Ribeiro, em Guarapuava; CAE Adroaldo Colombo, em Palotina; CEEPA de Toledo; e CEEPA da Lapa.




