SEED produz livro sobre intercâmbio indígena 28/12/2011 - 14:50
A Secretaria da Educação do Paraná (SEED) recebeu na semana passada seis mil exemplares do livro “Relato de Intercâmbio entre Comunidades Guarani”, que vão ser enviados a todas as escolas da rede estadual de educação básica no ano que vem. O intercâmbio registrado no livro foi viabilizado pela SEED após a conclusão do Programa de Formação para a Educação Escolar Guarani da Região Sul e Sudeste do Brasil Kuaa Mbo'e = Conhecer Ensinar.
De acordo com a diretora do Departamento da Diversidade (Dedi), Luciane Vanessa Fagundes, a publicação é um marco nos avanços que o Paraná vem alcançando em políticas públicas destinadas à educação indígena. “Caracterizo este documento como sendo um fato histórico, porque é o primeiro material que registra a formação dos professores guarani pelo olhar deles próprios”, ressalta.
Para o coordenador da Educação Escolar Indígena, Oziel de Azevedo, todo o trabalho foi bem-sucedido. “O intercâmbio foi um sucesso. Levamos os 16 professores paranaenses até Dourados, no Mato Grosso do Sul, onde eles puderam conhecer a comunidade guarani local. E o livro é o resultado dessa iniciativa, um registro dessa troca de conhecimentos”, explica.
A primeira etapa do programa de formação Kuaa Mbo’e aconteceu em 2003, em Santa Catarina, e desde então já passou pelo Paraná e Rio Grande do Sul. O curso concluiu este ano a sua décima etapa com a formação de 75 docentes.
PROTOCOLO – O curso Kuaa Mbo’e é uma das ações do Protocolo Guarani, uma parceria entre a SEED, Ministério da Educação (MEC), Fundação Nacional do Índio (Funai) e Secretarias de Educação dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Espírito Santo.
A proposta do curso, além da habilitação de professores da etnia Guarani, prioriza o incentivo à pesquisa, visando à autoria de materiais didáticos na língua materna e em português e a valorização da cultura Guarani.
NÚMEROS – O Paraná possui hoje 36 escolas indígenas espalhadas pelo estado que atendem cerca de 3,7 mil estudantes. Dentre eles, 885 são da etnia Guarani.
Foto: ACS/SEED
De acordo com a diretora do Departamento da Diversidade (Dedi), Luciane Vanessa Fagundes, a publicação é um marco nos avanços que o Paraná vem alcançando em políticas públicas destinadas à educação indígena. “Caracterizo este documento como sendo um fato histórico, porque é o primeiro material que registra a formação dos professores guarani pelo olhar deles próprios”, ressalta.
Para o coordenador da Educação Escolar Indígena, Oziel de Azevedo, todo o trabalho foi bem-sucedido. “O intercâmbio foi um sucesso. Levamos os 16 professores paranaenses até Dourados, no Mato Grosso do Sul, onde eles puderam conhecer a comunidade guarani local. E o livro é o resultado dessa iniciativa, um registro dessa troca de conhecimentos”, explica.
A primeira etapa do programa de formação Kuaa Mbo’e aconteceu em 2003, em Santa Catarina, e desde então já passou pelo Paraná e Rio Grande do Sul. O curso concluiu este ano a sua décima etapa com a formação de 75 docentes.
PROTOCOLO – O curso Kuaa Mbo’e é uma das ações do Protocolo Guarani, uma parceria entre a SEED, Ministério da Educação (MEC), Fundação Nacional do Índio (Funai) e Secretarias de Educação dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Espírito Santo.
A proposta do curso, além da habilitação de professores da etnia Guarani, prioriza o incentivo à pesquisa, visando à autoria de materiais didáticos na língua materna e em português e a valorização da cultura Guarani.
NÚMEROS – O Paraná possui hoje 36 escolas indígenas espalhadas pelo estado que atendem cerca de 3,7 mil estudantes. Dentre eles, 885 são da etnia Guarani.


