Secretaria da Educação participa de Seminário Internacional sobre Agenda 21 26/11/2009 - 19:00
Representantes da equipe de educação ambiental da Secretaria da Educação (SEED) participam de sexta-feira (27) até domingo(29), em Ponta Grossa, do Seminário Internacional: experiências de Agendas 21 – Os Desafios do Nosso Tempo. O evento, que tem expectativa de reunir 1.500 pessoas, é uma realização da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMA) e da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) é faz parte da consolidação das Agenda 21 do Brasil e do Paraná. A Secretaria da Educação participa na plenária do Grupo de Trabalho de Educação, um dos dez temas orientadores da Agenda 21 Paraná.
“Será uma oportunidade de apresentar as ações em relação à educação ambiental que estão sendo desenvolvidas na educação básica pela SEED”, comenta João Augusto Reque, técnico-pedagógico da equipe de educação ambiental da Coordenação de Desafios Educacionais Contemporâneos (CDEC). A partir de 2007, a educação ambiental foi integrada à Diretoria de Políticas e Programas Educacionais (DPPE), responsável pela coordenação.
Os grupos de trabalho têm como objetivo definir metas que podem ser implantadas a curto, médio e longo prazo, para os anos de 2010, 2015 e 2021. Além da educação, os outros eixos temáticos definidos pelo Fórum Permanente da Agenda 21 Paraná são: agricultura sustentável/agroecologia, segurança alimentar e nutricional, gestão social e terceiro setor, biodiversidades, gestão de recursos hídricos, diversidade espacial e integração regional, direitos humanos e de todas as formas de vida, produção científica e tecnológica e padrões de produção e consumo.
Entre os objetivos do Seminário Internacional estão o intercâmbio de informações e a apresentação de trabalhos técnicos científicos, além da promoção de debates, oficinas, grupos de trabalhos temáticos e exposições. Também busca assegurar publicação de trabalhos referentes às temáticas e elaborar documento síntese com resultados da plenária final. As palestras serão realizadas por profissionais do Canadá, Espanha, Cuba, Portugal e Paraguai.
A Agenda 21 é o principal documento da Rio-92 (Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Humano). O nome se refere às preocupações ligadas ao desenvolvimento dos países sem destruir o meio ambiente e com maior justiça social a partir do século XXI. Este documento foi assinado por 179 países, inclusive o Brasil. O programa recomenda a todos os países ações para promover uma consciência ambiental e ética, valores e atitudes, técnicas e comportamentos em consonância com o desenvolvimento sustentável.
Agenda 21 Escolar - João Augusto Reque explica que uma destas ações da Secretaria é a implementação da Agenda 21 Escolar na educação básica. “Agenda 21 Escolar é um instrumento de planejamento que requer o envolvimento da comunidade escolar na sua construção, calcada no princípio da gestão democrática”.
O trabalho precisa ser problematizado a partir de diagnósticos que levem em consideração a estrutura e o cotidiano da escola. Além de ter um caráter interdisciplinar, relacionado com os conteúdos escolares, de acordo coma diretrizes da educação básica do Paraná. “Quando se trabalha a questão da educação ambiental, ela é interdisciplinar, não deve ser voltada apenas para algumas disciplinas, tem que ser pensada com todas as disciplinas escolares”, diz.
O planejamento da Agenda 21 escolar deve ser implantado por meio da realização de cinco etapas: mobilização, criação de um fórum permanente de discussões, diagnóstico da escola, definição de um plano de ação e avaliação. A Agenda 21 será efetivada se houver o reconhecimento da comunidade escolar. João Augusto Reque afirma que “a implementação da agenda só funcionará se a escola trabalha na perspectiva de gestão democrática, ou seja, se o conselho escolar funcionar, ocorrerá um envolvimento de todos e a Agenda será uma realidade”.
Outra questão da educação ambiental é a preocupação sócio-ambiental. “Uma das oficinas que trabalhamos é relacionada ao patrimônio cultural, ao patrimônio da escola, porque o aluno depreda a escola por não se identificar com um bem que é dele”, exemplifica João Reque.Também há uma parceria coma SEMA no Programa de Gestão Ambiental Integrada em Microbacias (PGAIM) que utiliza a microbacia como um delimitador territorial para ações voltadas para sustentabilidade. “A nossa proposta é que a escola conheça o seu entorno a partir do rio próximo a ela. O impacto ambiental maior acontece no rio, se a escola percebe o impacto, consegue transformar as ações dentro da escola”.
“Será uma oportunidade de apresentar as ações em relação à educação ambiental que estão sendo desenvolvidas na educação básica pela SEED”, comenta João Augusto Reque, técnico-pedagógico da equipe de educação ambiental da Coordenação de Desafios Educacionais Contemporâneos (CDEC). A partir de 2007, a educação ambiental foi integrada à Diretoria de Políticas e Programas Educacionais (DPPE), responsável pela coordenação.
Os grupos de trabalho têm como objetivo definir metas que podem ser implantadas a curto, médio e longo prazo, para os anos de 2010, 2015 e 2021. Além da educação, os outros eixos temáticos definidos pelo Fórum Permanente da Agenda 21 Paraná são: agricultura sustentável/agroecologia, segurança alimentar e nutricional, gestão social e terceiro setor, biodiversidades, gestão de recursos hídricos, diversidade espacial e integração regional, direitos humanos e de todas as formas de vida, produção científica e tecnológica e padrões de produção e consumo.
Entre os objetivos do Seminário Internacional estão o intercâmbio de informações e a apresentação de trabalhos técnicos científicos, além da promoção de debates, oficinas, grupos de trabalhos temáticos e exposições. Também busca assegurar publicação de trabalhos referentes às temáticas e elaborar documento síntese com resultados da plenária final. As palestras serão realizadas por profissionais do Canadá, Espanha, Cuba, Portugal e Paraguai.
A Agenda 21 é o principal documento da Rio-92 (Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Humano). O nome se refere às preocupações ligadas ao desenvolvimento dos países sem destruir o meio ambiente e com maior justiça social a partir do século XXI. Este documento foi assinado por 179 países, inclusive o Brasil. O programa recomenda a todos os países ações para promover uma consciência ambiental e ética, valores e atitudes, técnicas e comportamentos em consonância com o desenvolvimento sustentável.
Agenda 21 Escolar - João Augusto Reque explica que uma destas ações da Secretaria é a implementação da Agenda 21 Escolar na educação básica. “Agenda 21 Escolar é um instrumento de planejamento que requer o envolvimento da comunidade escolar na sua construção, calcada no princípio da gestão democrática”.
O trabalho precisa ser problematizado a partir de diagnósticos que levem em consideração a estrutura e o cotidiano da escola. Além de ter um caráter interdisciplinar, relacionado com os conteúdos escolares, de acordo coma diretrizes da educação básica do Paraná. “Quando se trabalha a questão da educação ambiental, ela é interdisciplinar, não deve ser voltada apenas para algumas disciplinas, tem que ser pensada com todas as disciplinas escolares”, diz.
O planejamento da Agenda 21 escolar deve ser implantado por meio da realização de cinco etapas: mobilização, criação de um fórum permanente de discussões, diagnóstico da escola, definição de um plano de ação e avaliação. A Agenda 21 será efetivada se houver o reconhecimento da comunidade escolar. João Augusto Reque afirma que “a implementação da agenda só funcionará se a escola trabalha na perspectiva de gestão democrática, ou seja, se o conselho escolar funcionar, ocorrerá um envolvimento de todos e a Agenda será uma realidade”.
Outra questão da educação ambiental é a preocupação sócio-ambiental. “Uma das oficinas que trabalhamos é relacionada ao patrimônio cultural, ao patrimônio da escola, porque o aluno depreda a escola por não se identificar com um bem que é dele”, exemplifica João Reque.Também há uma parceria coma SEMA no Programa de Gestão Ambiental Integrada em Microbacias (PGAIM) que utiliza a microbacia como um delimitador territorial para ações voltadas para sustentabilidade. “A nossa proposta é que a escola conheça o seu entorno a partir do rio próximo a ela. O impacto ambiental maior acontece no rio, se a escola percebe o impacto, consegue transformar as ações dentro da escola”.


