Seminário discute práticas para atendimento de estudantes com deficiência visual e surdocegos 07/04/2010 - 16:40
As políticas públicas de inclusão da Secretaria da Educação (Seed) resultaram na realização do 1º Seminário Paranaense da Deficiência Visual no Centro de Formação Continuada de Faxinal do Céu, município de Pinhão. O evento reúne 390 professores que atuam nos Centros de Atendimento Especializado na Área da Deficiência Visual (CAEDVs) e na Formação Continuada ofertada pelos Centros de Apoio Pedagógico (CAP) para atendimento às pessoas com deficiência visual no Paraná.
O evento, que teve início na segunda-feira (6) e vai até sexta-feira (9), tem como objetivo implementar e organizar os serviços oferecidos por estas entidades nas escolas estaduais e municipais e é uma iniciativa do Departamento de Educação Especial e Inclusão Educacional (Deein). Miria Fagundes, assessora técnica da área de deficiência visual e surdocegueira do Departamento explica que o seminário é “uma oportunidade na qual os professores podem refletir sobre sua prática pedagógica e conseguir aplicar as contribuições teóricas apresentadas para a educação das pessoas com deficiência visual”.
Os trabalhos realizados no evento ainda terão reflexos nas salas de aula da rede estadual de ensino. “Os professores especializados poderão orientar de forma adequada os professores do ensino comum, visando, em parceria, equacionar problemas, encontrar soluções e efetivar a igualdade e oportunidade para os alunos com deficiência visual”, explica Miria Fagundes.
“Sabemos que a inclusão é um movimento ligado à valorização de todas as pessoas independente de suas diferenças individuais”, lembra a assessora em relação à importância da inclusão das pessoas com deficiência não apenas no sistema educacional.
Segundo a professora Rita Biazetto, atuante no CAP Estadual de Maringá “o evento é bastante interessante, mesmo para as pessoas que têm o domínio das complementações curriculares como Braille, Soroban, orientação e mobilidade, trabalhos desenvolvidos com pessoas de baixa visão e surdocegas”.
Além de palestras, o seminário realiza oficinas que envolvem temas sobre baixa visão junto a perspectiva histórico cultural, atividades de vida autônoma, ensino do Soroban em tempos de inclusão, o ensino do sistema Braille no processo de escolarização de pessoas cegas, fundamentos para o ensino de orientação e mobilidade e o surdocego.
“As oficinas propõem debates e atividades interessantes propiciando momentos ricos de trocas de experiências”, destaca o pedagogo da rede estadual Ênio Rodrigues. Ainda segundo ele o evento é uma conquista e um avanço importante para esta área de deficiência no Estado do Paraná devido à relevância dos temas discutidos.
No Paraná, são 71 Centros de Atendimento Especializado na Área da Deficiência Visual estaduais e 114 municipais, atendendo mais de 3 mil alunos. Outros 8 centros atendem 31 estudantes surdocegos.
O evento, que teve início na segunda-feira (6) e vai até sexta-feira (9), tem como objetivo implementar e organizar os serviços oferecidos por estas entidades nas escolas estaduais e municipais e é uma iniciativa do Departamento de Educação Especial e Inclusão Educacional (Deein). Miria Fagundes, assessora técnica da área de deficiência visual e surdocegueira do Departamento explica que o seminário é “uma oportunidade na qual os professores podem refletir sobre sua prática pedagógica e conseguir aplicar as contribuições teóricas apresentadas para a educação das pessoas com deficiência visual”.
Os trabalhos realizados no evento ainda terão reflexos nas salas de aula da rede estadual de ensino. “Os professores especializados poderão orientar de forma adequada os professores do ensino comum, visando, em parceria, equacionar problemas, encontrar soluções e efetivar a igualdade e oportunidade para os alunos com deficiência visual”, explica Miria Fagundes.
“Sabemos que a inclusão é um movimento ligado à valorização de todas as pessoas independente de suas diferenças individuais”, lembra a assessora em relação à importância da inclusão das pessoas com deficiência não apenas no sistema educacional.
Segundo a professora Rita Biazetto, atuante no CAP Estadual de Maringá “o evento é bastante interessante, mesmo para as pessoas que têm o domínio das complementações curriculares como Braille, Soroban, orientação e mobilidade, trabalhos desenvolvidos com pessoas de baixa visão e surdocegas”.
Além de palestras, o seminário realiza oficinas que envolvem temas sobre baixa visão junto a perspectiva histórico cultural, atividades de vida autônoma, ensino do Soroban em tempos de inclusão, o ensino do sistema Braille no processo de escolarização de pessoas cegas, fundamentos para o ensino de orientação e mobilidade e o surdocego.
“As oficinas propõem debates e atividades interessantes propiciando momentos ricos de trocas de experiências”, destaca o pedagogo da rede estadual Ênio Rodrigues. Ainda segundo ele o evento é uma conquista e um avanço importante para esta área de deficiência no Estado do Paraná devido à relevância dos temas discutidos.
No Paraná, são 71 Centros de Atendimento Especializado na Área da Deficiência Visual estaduais e 114 municipais, atendendo mais de 3 mil alunos. Outros 8 centros atendem 31 estudantes surdocegos.


