Serviço de Atendimento à Rede de Escolarização Hospitalar poderá ser ampliado 26/05/2008 - 17:24
O Serviço de Atendimento à Rede de Escolarização Hospitalar (Sareh), que atende a alunos da rede estadual internados em hospitais, poderá ser ampliado para todos os 32 Núcleos Regionais de Educação. “Nossa intenção é que o atendimento a esses alunos seja feito em todos os municípios do Paraná. Mas a proposta ainda está em fase de avaliação”, afirma Mônica Caetano da Silva, uma das coordenadoras estaduais do Sareh. Ela participa nesta segunda e terça-feira (26 e 27), em Curitiba, de encontro com representantes dos Núcleos para avaliar o programa.
O Sareh é um serviço da Secretaria de Estado da Educação, inédito no País. “Além de identificar pacientes em idade escolar que tenham deixado a escola e encaminhá-las para retomar os estudos, o programa já atendeu a mais de 6 mil crianças e adolescentes enquanto permaneceram internadas, impedindo que a perda de conteúdos prejudique o ano letivo”, disse Mônica. Segundo ela, o atendimento era feito apenas em seis unidades conveniadas em Curitiba e nos hospitais universitários de Maringá e Londrina.
O serviço foi implantado em junho de 2007. Os atendimentos são realizados em parceria com a Secretaria da Saúde e com a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Em Curitiba, os estudantes são atendidos nos hospitais Erasto Gaertner, Evangélico, Pequeno Príncipe, Hospital de Clínicas da UFPR, Hospital do Trabalhador e APACN. Termos aditivos aos convênios foram assinados para dar continuidade ao serviço até março de 2011.
O reitor da Universidade Estadual de Maringá, Décio Sperandio, explica que um pedagogo e três professores contratados pelo governo estadual são responsáveis por verificar os conteúdos em desenvolvimento nas escolas e repassá-los aos alunos internados. Os professores lecionam mais de uma matéria em sua área do conhecimento. O professor que ensina Português também leciona Literatura, Artes, Língua Estrangeira e Ensino Religioso. Da mesma forma, quem ensina Matemática, aplica Física, Química, Ciências e Biologia; e quem ensina História também ensina Sociologia, Filosofia e Geografia.
Mônica da Silva disse que o Sareh tem despertado a atenção de outros países. Ela cita como exemplo a possível ida da assessora da Superintendência da Secretaria da Educação e idealizadora do programa, Cínthya de Menezes, à Finlândia para falar do serviço. “Ainda não foi confirmado, mas é possível que o Sareh seja mostrado no Congresso de Atendimento Educacional Hospitalar. O Sareh também despertou a atenção da uma comitiva alemã que visitou a unidade de Maringá recentemente”, conta.
O Sareh é um serviço da Secretaria de Estado da Educação, inédito no País. “Além de identificar pacientes em idade escolar que tenham deixado a escola e encaminhá-las para retomar os estudos, o programa já atendeu a mais de 6 mil crianças e adolescentes enquanto permaneceram internadas, impedindo que a perda de conteúdos prejudique o ano letivo”, disse Mônica. Segundo ela, o atendimento era feito apenas em seis unidades conveniadas em Curitiba e nos hospitais universitários de Maringá e Londrina.
O serviço foi implantado em junho de 2007. Os atendimentos são realizados em parceria com a Secretaria da Saúde e com a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Em Curitiba, os estudantes são atendidos nos hospitais Erasto Gaertner, Evangélico, Pequeno Príncipe, Hospital de Clínicas da UFPR, Hospital do Trabalhador e APACN. Termos aditivos aos convênios foram assinados para dar continuidade ao serviço até março de 2011.
O reitor da Universidade Estadual de Maringá, Décio Sperandio, explica que um pedagogo e três professores contratados pelo governo estadual são responsáveis por verificar os conteúdos em desenvolvimento nas escolas e repassá-los aos alunos internados. Os professores lecionam mais de uma matéria em sua área do conhecimento. O professor que ensina Português também leciona Literatura, Artes, Língua Estrangeira e Ensino Religioso. Da mesma forma, quem ensina Matemática, aplica Física, Química, Ciências e Biologia; e quem ensina História também ensina Sociologia, Filosofia e Geografia.
Mônica da Silva disse que o Sareh tem despertado a atenção de outros países. Ela cita como exemplo a possível ida da assessora da Superintendência da Secretaria da Educação e idealizadora do programa, Cínthya de Menezes, à Finlândia para falar do serviço. “Ainda não foi confirmado, mas é possível que o Sareh seja mostrado no Congresso de Atendimento Educacional Hospitalar. O Sareh também despertou a atenção da uma comitiva alemã que visitou a unidade de Maringá recentemente”, conta.


