Trabalhos científicos e apresentações culturais valorizam Fera Com Ciência em Paranaguá e Pinhais 26/11/2009 - 17:57
Durante essa semana, atividades escolares científicas e culturais estão sendo socializadas no Projeto Fera Com Ciência, nas cidades de Pinhais e Paranaguá. São 45 trabalhos expostos em Paranaguá e 60 apresentações artísticas das escolas da rede pública estadual dos sete municípios do Núcleo Regional de Educação (NRE) de Paranaguá. Em Pinhais, 95 trabalhos estão em exposição e 50 atividades artísticas serão apresentadas. Pinhais reúne alunos das escolas públicas estaduais de 14 cidades, do NRE da Área Metropolitana Norte.
Em Paranaguá, a professora Daniele Atabi levou os alunos da Escola Estadual Professor Paulo Freire, em Pontal do Paraná, para conhecer o mangue. Eles aprenderam sobre a importância desse ecossistema para o equilíbrio ecológico da região e como cuidar dele. A visita deu origem a desenhos em grafite dos manguezais. A professora Daniele afirmou “esperamos conscientizar a população e que os pescadores não colham as ovas dos caranguejos e dos siris, pois eles são importantes para a preservação ecológica”.
Segundo Jéssica Thoaldo, 7ª série, “foi muito interessante estudar sobre os manguezais, porque, particularmente, eu via o mangue somente pela televisão, e fazer esta pesquisa in loco, foi emocionante”. Géssica Paulina, da 7ª série, disse “eu nunca me interessei por manguezais e a partir deste trabalho comecei a perceber a importância deste ecossistema, também fiquei triste ao ver o mangue poluído pela cidade”.
No Colégio Estadual Carmem Costa, em Paranaguá, os alunos procuraram uma solução alternativa para o lixo reciclável. Eles reutilizam materiais plásticos, pneus, retalhos de tecidos e papéis para confeccionar objetos que podiam ser usados no dia-a-dia. “Aquela garrafa que poderia estar poluindo hoje é parte deste sofá, é só ter criatividade”, falou Yasmim das Neves Brustring, da 8ª série.
Para Wlad Marcel, 8ª série, a atividade fez com que ele percebesse outras possibilidades. “Eu gostei da mobilização da turma, da união de todos. Penso que futuramente poderei liderar outros grupos, que irão preservar o meio ambiente. Precisamos dar o primeiro passo”.
Até Que o Lixo Nos Separe foi a apresentação de dança do Colégio Estadual Sertãozinho, em Matinhos. Com muito movimento, papeis coloridos e um boneco de Olinda, os alunos passaram a mensagem do cuidado com o meio ambiente e da importância da reciclagem. Ao final do espetáculo, os papéis que estavam poluindo são usados para construir um mundo novo.
Em Pinhais, jogos clássicos, como dominó, cinco marias, vai e vem, resta um e damas foram confeccionados com matériais simples. “Caixa de fósforos, tampinhas de garrafa, tecido, latas, caixa de ovos, e muita criatividade foram usados para resgatar brincadeiras do tempo dos nossos avós”, contou a professora Marilda de Almeida Garrett, responsável pela atividade.
Os alunos se divertem, aprendem a interagir com o ambiente, pensando o lixo de forma diferente, além de ver os idosos com outros olhos. A professora Miriã Kaule de Lima, do Colégio Estadual Maria Lopes de Paula, elogiou o trabalho. “É muito interessante, pois percebemos que os alunos não conheciam muitas dessas brincadeiras. Hoje as crianças estão muito ligadas aos jogos eletrônicos e vídeo-games, e é importante que elas conheçam outras formas de brincar”.
Em Paranaguá, a professora Daniele Atabi levou os alunos da Escola Estadual Professor Paulo Freire, em Pontal do Paraná, para conhecer o mangue. Eles aprenderam sobre a importância desse ecossistema para o equilíbrio ecológico da região e como cuidar dele. A visita deu origem a desenhos em grafite dos manguezais. A professora Daniele afirmou “esperamos conscientizar a população e que os pescadores não colham as ovas dos caranguejos e dos siris, pois eles são importantes para a preservação ecológica”.
Segundo Jéssica Thoaldo, 7ª série, “foi muito interessante estudar sobre os manguezais, porque, particularmente, eu via o mangue somente pela televisão, e fazer esta pesquisa in loco, foi emocionante”. Géssica Paulina, da 7ª série, disse “eu nunca me interessei por manguezais e a partir deste trabalho comecei a perceber a importância deste ecossistema, também fiquei triste ao ver o mangue poluído pela cidade”.
No Colégio Estadual Carmem Costa, em Paranaguá, os alunos procuraram uma solução alternativa para o lixo reciclável. Eles reutilizam materiais plásticos, pneus, retalhos de tecidos e papéis para confeccionar objetos que podiam ser usados no dia-a-dia. “Aquela garrafa que poderia estar poluindo hoje é parte deste sofá, é só ter criatividade”, falou Yasmim das Neves Brustring, da 8ª série.
Para Wlad Marcel, 8ª série, a atividade fez com que ele percebesse outras possibilidades. “Eu gostei da mobilização da turma, da união de todos. Penso que futuramente poderei liderar outros grupos, que irão preservar o meio ambiente. Precisamos dar o primeiro passo”.
Até Que o Lixo Nos Separe foi a apresentação de dança do Colégio Estadual Sertãozinho, em Matinhos. Com muito movimento, papeis coloridos e um boneco de Olinda, os alunos passaram a mensagem do cuidado com o meio ambiente e da importância da reciclagem. Ao final do espetáculo, os papéis que estavam poluindo são usados para construir um mundo novo.
Em Pinhais, jogos clássicos, como dominó, cinco marias, vai e vem, resta um e damas foram confeccionados com matériais simples. “Caixa de fósforos, tampinhas de garrafa, tecido, latas, caixa de ovos, e muita criatividade foram usados para resgatar brincadeiras do tempo dos nossos avós”, contou a professora Marilda de Almeida Garrett, responsável pela atividade.
Os alunos se divertem, aprendem a interagir com o ambiente, pensando o lixo de forma diferente, além de ver os idosos com outros olhos. A professora Miriã Kaule de Lima, do Colégio Estadual Maria Lopes de Paula, elogiou o trabalho. “É muito interessante, pois percebemos que os alunos não conheciam muitas dessas brincadeiras. Hoje as crianças estão muito ligadas aos jogos eletrônicos e vídeo-games, e é importante que elas conheçam outras formas de brincar”.


